sábado, 15 de outubro de 2016

"Nascer da Terra"


Imagine você chegar na lua em uma nave espacial, olhar para fora da janela e ser o primeiro ser humano a ver o seu próprio planeta em ascensão.

Esta imagem popularmente chamada de “Earthrise” ( “Nascer da Terra”) foi feita por um astronauta da missão Apollo 8 em órbita lunar em dezembro de 1968.

Foto da Voyager 1 deixando o Planeta Terra


Muito incrível ver tanto o nosso planeta quanto sua lua vagando juntos no vazio negro do espaço pela primeira vez.

Essa façanha foi realizada pela nave Voyager 1, enquanto estava a caminho dos diversos planetas do nosso sistema solar, no dia 18 de setembro de 1977.

A sonda estava a pouco mais de 11 milhões de quilômetros da Terra.

Como nosso planeta é muito mais brilhante do que a lua, nesta foto ela foi artificialmente iluminada no computador por um fator de três, de modo que ambos os corpos se mostrassem claramente na imagem.

Galáxia do Sombrero (M104)


O Hubble capturou esta imagem espetacular da galáxia do Sombrero (M104) em 2003.

Os astrônomos usaram essa imagem para saber mais sobre aglomerados globulares, que são coleções de estrelas que tendem a ser muito velhas.

Estas estruturas podem mostrar como o Universo mudou ao longo de sua vida útil.

O cometa que colidiu em Júpiter (1994)



Entre os dias 16 e 22 de julho de 1994, mais de 20 fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9 colidiram com o planeta Júpiter.

O impacto foi acompanhado por centenas de observadores ao redor do mundo e diversas imagens foram registradas, tanto por astrônomos amadores como profissionais.

A imagem revela as enormes cicatrizes deixadas pelos impactos do cometa sobre o hemisfério sul do gigante gasoso. Os impactos resultaram em diversas cicatrizes negras na atmosfera joviana, além de elevarem colunas de gás a milhares de quilômetros de altitude e formarem bolhas de gás de centenas de graus Celsius.

Estima-se que os fragmentos tinham aproximadamente 2 quilômetros de diâmetro e atingiram o planeta a 60 km/seg.

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Nossa Lua nosso "planeta gêmeo"



O nosso satélite deveria ser classificado como um planeta, alguns dizem.

O principal motivo para isso é o tamanho do corpo celeste, que, embora tenha cerca de um quarto do diâmetro da Terra, é de longe o maior satélite natural em comparação ao seu planeta no nosso Sistema Solar.

Por conta de seu grande tamanho, a Lua não orbita a Terra propriamente dita. Na verdade, ambos os corpos giram um em torno do outro, concentrados em um ponto entre os dois (chamado baricentro).

Como essa região está localizada na crosta terrestre, temos a ilusão de que o “satélite” nos rodeia. O fato de o baricentro estar dentro do nosso planeta é o único elemento que impede a classificação de ambos como planetas gêmeos.

Brasileiro vence concurso internacional de fotografia astronômica:

Carlos Eduardo Fairbairn de 33 anos venceu o concurso “Astronomy Photographer of the Year“, organizado pelo Observatório Real de Greenwich, a mais importante premiação internacional de fotografia astronômica.

O concurso teve mais de 4.500 inscritos de 80 países. Fairbairn venceu a categoria “Sir Patrick Moore Best Newcamer“, para novatos na astrofotografia.

Ao todo, 31 trabalhos foram premiados, e serão publicados em um livro e exposto até julho do ano que vem no Observatório Real de Greenwich, em Londres.

A imagem premiada é da Grande Nuvem de Magalhães.

O telescópio Hubble flagrou um cometa se despedaçando

O telescópio espacial Hubble fez um raro flagrante de um cometa se despedaçando a cerca de 100 milhões de quilômetros de distância da Terra, enquanto orbitava o Sol entre Marte e Júpiter.

Numa série de imagens obtidas em janeiro deste ano, o Hubble capturou pelo menos 25 fragmentos compostos de uma mistura de gelo, rochas e poeira, com tamanhos variados lançados ao espaço pelo cometa 332P/Ikeya-Murakami.

Segundo os cientistas, as imagens do Hubble sugerem que o cometa estava girando tão rápido, que o material foi efetivamente “ejetado” de sua superfície.

O cometa antes (O ponto mais brilhante à esquerda) e os vários fragmentos que ele lançou ao espaço (o enxame na parte central-direita) - NASA/ESA/D. Jewitt

Pôr do Sol em Marte e na Terra


Curiosamente, esta tonalidade de azul é um resultado da característica poeira vermelha do planeta. Na Terra, o nosso sol parece avermelhado porque as partículas em nossa atmosfera dispersam em comprimentos de onda azul da luz, o que significa que é menos provável que acabem atingindo nossos olhos.

O oposto acontece em Marte.

Tudo o que o pó vermelho dispersa é a luz vermelha, o que implica em um pôr do sol mais azulado. Isto é combinado com o efeito da fina atmosfera de Marte, que dificilmente dispersa qualquer luz azul em qualquer situação.

Como curiosidade, saiba que, quando o sol mergulha no horizonte de Marte, as temperaturas podem cair rapidamente de amenos 20 graus Celsius no verão a menos 70 graus Celsius durante a noite.