sábado, 28 de maio de 2016

Frase de Carl Sagan

"Uma das grandes revelações da exploração espacial é a Terra, finita e solitária acomodando toda a espécie humana através dos oceanos do tempo e do espaço."


Daria para colocar todos os 7 outros planetas do sistema solar no espaço que há entre a Terra e a Lua!



























Aqui está um fato interessante que você talvez nunca imaginou ou parou para pensar.

A distância máxima entre a Terra e seu satélite é de 405.500 km. 

O diâmetro equatorial de:

Mercúrio é 4.879 km
Vênus tem 12.104 km
Marte 6.792 km
Júpiter 142.984 km
Saturno 120.536 km
Urano 51.118 km
Netuno 49.528 km. 

Somando tudo, dá 387.941 km.

Claro que esta conta só funciona perto do apogeu lunar porque, em média, a distância entre a Terra e a lua é de 384.400 km. No perigeu, a lua está a “meros” 363.300 km.

Interessante não acham Tsulovers!

Nebulosa Tulipa

Essa imagem da NASA mostra a constelação de Cygnus, o Cisne, uma região do universo rica em nebulosas.

Por exemplo, lá fica a bonita nebulosa Tulipa, a cerca de 8.000 anos-luz de nós, uma nuvem brilhante de gás e poeira interestelar também conhecida como Sh2-101, pois foi catalogada pela primeira vez pelo astrônomo Stewart Sharpless em 1959.

A imagem da Tulipa é um composto que mapeia as emissões de átomos de enxofre ionizado, hidrogênio e oxigênio nas cores vermelha, verde e azul. A radiação ultravioleta da estrela jovem e enérgica HDE 227018 (perto do arco azul no centro da imagem) é o que ioniza os átomos da nebulosa Tulipa.

As crianças nascidas em Marte serão mais altas que os humanos nascidos na Terra.

Se um dia o homem decidir colonizar marte, a Agência Aeroespacial Norte Americana (NASA) já avisa que as crianças nascidas por lá serão mais altas que os humanos nascidos na Terra.

Na Terra nós somos submetidos constantemente à força da gravidade durante toda vida. Em outros planetas do nosso sistema solar, isso não iria acontecer. O engenheiro aeroespacial, Robert Zubrin, que defende a terraformação de Marte, teorizou que as crianças nascidas em planetas com gravidade mais baixa, como a de Marte, que corresponde a um terço da nossa, iriam crescer alguns centímetros a mais do que na Terra. Ele garante, no entanto, que os genes herdados de seus pais não iriam mudar, mas a coluna iria alongar mais que na Terra por causa do menor grau de atração que o corpo sofreria.

Contudo, não iria ser fácil para os naturais de Marte voltarem para a Terra. Eles teriam de lidar com uma gravidade três vezes maior que a do seu planeta natal. Isto acarretaria problemas sérios aos seus ossos.

Alguns cientistas já estão trabalhando em tornar possível a gravidade artificial para deixar as longas viagens pelo espaço mais “confortáveis” para o corpo humano. De acordo com a NASA, a maioria dos astronautas cresce cerca de cinco centímetros enquanto estão no espaço porque a gravidade reduzida causa o fluído entre as vértebras a expandir. Mas, depois de alguns dias de volta na Terra eles voltam a sua altura normal.

Por sorte, as crianças de Marte não iria ter problemas de músculos ou ossos como tem os astronautas, mas elas não iriam poder fazer visitas ao planeta dos bisavós.


Assistam a este trailer de um filme que retratará um pouco sobre isso: Clique aqui

Galaxia NGC 3521


Essa belíssima galáxia espiral está a 35 milhões de anos-luz de distância da Terra, na direção da constelação de Leão. Ela tem 50 mil anos-luz de comprimento.

Essa imagem foi produzida pelo telescópio Hubble, e mostra os braços da galáxia cercado de jovens estrelas azuis. Seus braços são muito próximos um dos outros, ao contrário da maior parte de galáxias em espiral, que são afastados e mais longos.

A NGC 3521 é visível da Terra através de telescópios amadores, pois é relativamente brilhante.


Existem mais estrelas do que areia na Terra?

Quem nunca tentou imaginar quantos grãos de areia haveria em toda a Terra? Ou ainda, ao olhar para o céu estrelado, se perguntou quantas estrelas haveria no universo? Agora, que tal combinar essas duas perguntas e tentar descobrir se existem mais estrelas no céu ou grãos de areia na Terra?

É possível fazer uma estimativa. Em seu livro Spectrums, o escritor David Blatner relembra que um grupo de pesquisadores da Universidade do Havaí tentou fazer essa conta.

Eles estabeleceram um tamanho médio para um grão de areia, calcularam quantos grãos existem em uma colher de chá e depois multiplicaram esse número por todas as praias e desertos do mundo.

Com isso, os especialistas concluíram que a Terra tem cerca de sete quintilhões, quinhentos quatrilhões de grãos de areia (7.540.000.000.000.000.000) você muito??

Mas e as estrelas?

Se considerarmos a quantidade de estrelas que o Hubble consegue visualizar, por exemplo, e usarmos uma calculadora para fazer mais algumas contas chegaremos ao inimaginável
número de:

70 septilhões (70.000.000.000.000.000.000.000.000!!!) de estrelas.

Ou seja, para cada grão de areia, existem muitas estrelas.

Tirinha: Mercúrio, não vai acontecer nada


Os belos anéis do planeta Saturno

Esta imagem não poderia ter sido feita a partir da Terra – ela figura o lado noturno de Saturno e sua sombra correspondente, moldada através dos anéis do planeta.

A fotografia é um mosaico e foi feita no final de 2013 pela sonda robótica Cassini, que orbita Saturno. Os belos anéis do planeta são vistos em extensão completa. A imagem também mostra detalhes de uma nuvem, incluindo a misteriosa estrutura hexagonal de Saturno, em torno do seu polo norte.

A estrutura foi identificada pela primeira vez em 1980 pela nave Voyager, e se manteve por mais de vinte anos, até a chegada da nova sonda da NASA, Cassini, que pode registrá-la melhor. As imagens feitas por Cassini revelaram um enorme vórtex da chamada tempestade hexagonal, que pode ser vista em cores claras (verde) no topo do planeta na foto.

10 bilhões de anos atrás nossa galáxia era assim

10 bilhões de anos no tempo, as coisas provavelmente seriam irreconhecíveis – como a ilustração mostra.

Teríamos que esperar cerca de 5 bilhões de anos depois do nascimento da Via Láctea para testemunhar a formação do nosso sistema solar. Porém, neste ponto, 4,6 bilhões de anos atrás, a galáxia já iria ser quase como é hoje.

Usando dois supercomputadores do Oak Ridge National Laboratory, nos EUA, e do Swiss National Supercomputing Center, na Suíça, um grupo de pesquisadores liderado pelo Dr. Simon Portegies Zwart do Observatório Leiden, na Holanda, simulou a evolução a longo prazo da Via Láctea nesse período de grandes mudanças – de 10 a 4 bilhões de anos atrás.

“Nós realmente não sabemos como a estrutura da galáxia surgiu. O que percebemos é que podemos usar as posições, velocidades e massas de estrelas no espaço tridimensional para permitir que a estrutura emerja da gravidade própria do sistema”, explica o Dr. Zwart.

A equipe tem como objetivo comparar os resultados da simulação com as novas observações provenientes do satélite Gaia, da Agência Espacial Européia, lançado em 2013.

Reia e Titã, as duas maiores luas de Saturno, se alinham para uma foto

Saturno tem 62 luas!

O diâmetro de Titã é de 5.150 km, o que significa que essa lua é 50% maior do que a nossa. Já Reia é um pouco menor: tem “apenas” 1.528 km de diâmetro.

Apesar de Reia contrastar com o brilho dourado e fraco de Titã, as luas são muito similares em composição, contendo uma mistura de rocha e gelo de água. Estima-se que Reia tenha algo em torno de três quartos de gelo e um quarto de rochas.

Segundo as observações da sonda Cassini, a lua não contém um núcleo rochoso distinto – ao invés disso, ele é composto de rocha e gelo misturados.

Já essa tonalidade alaranjada de Titã é um resultado de sua atmosfera. Essa imensa lua é o único corpo do nosso sistema solar, além da Terra, a ter uma atmosfera espessa e rica em nitrogênio.

No caso de Titã, ela também contém substâncias como metano, hidrogênio e hidrocarbonetos. Estas moléculas se formam através de reações com a luz do sol na atmosfera do satélite, estabelecendo altitudes mais baixas para formar aquela fumaça em tons de laranja que você pode ver na foto.

A fotografia foi feita com imagens capturadas em 16 de junho de 2011 usando filtros vermelhos, verdes e azuis pela câmera da sonda Cassini, originalmente divulgada em dezembro de 2013 no site da NASA.

A missão Cassini-Huygens é um projeto cooperativo entre a NASA, a ESA e a Agência Espacial Italiana.

O planeta mais escuro até hoje encontrado no Universo








































Apelidado de “planeta escuro” porque não reflete luz. Se os astrônomos fossem capazes de vê-lo diretamente, provavelmente apareceria como uma bola de carvão preto e gasoso.

A uma temperatura de 1.000 °C, o exoplaneta é quente demais para ter nuvens, o que ajudaria a refletir a luz de sua estrela. Outros planetas escuros refletem cerca de 10% da luz de sua estrela, mas o TrES -2b reflete só aproximadamete 1%, tornando-se o mais escuro planeta já descoberto.

Os cientistas não têm certeza sobre os motivos de tanta escuridão. O melhor palpite até agora é que a maior parte da composição do planeta seja formada por algo como sódio ou potássio, que absorve a luz. Esse mundo tenebroso está localizado a cerca de 750 anos-luz de distância na constelação de Dragão.

Um telescópio chamado James webb que vai ser lançado em 2018 estudará este planeta do porque ficou tão escuro e estudará incontáveis outros planetas estranhos.

Phobos: O satélite natural de Marte

Phobos é a maior das duas luas do planeta vermelho e a que tem a órbita mais próxima.

Há suspeitas de que ela seja um asteróide “capturado” pela órbita do planeta, feito de pedra e gelo. Phobos é uma lua muito irregular e cheia de crateras.

É o satélite natural mais perto de um planeta do que qualquer outro satélite natural no sistema solar, menos de 6000 km acima da superfície de Marte.

Está tão perto da superfície que não pode ser visto acima do horizonte de todos os pontos da superfície de Marte.

Como a órbita de Phobos está diminuindo a cerca de 1.8 metros por século, estima-se que ela irá colidir com o planeta vermelho ou formar um pequeno anel em Marte daqui a pouco tempo em 50 milhões de anos.

Quando você verá o Cometa Halley novamente?


O cometa Halley apenas é visto a cada 76 anos.

Sua última aparição foi em 1985.

A próxima aparição será em 28 de julho de 2061 e será visível em todo o planeta, e quem viu em 1985 verá quando for bem idoso, ou não estará mais aqui.

Galaxia Messier 106

Próxima a Ursa Maior esta maravilha celestial foi descoberta em 1781 pelo astrônomo francês Pierre Mechain. Mais tarde foi catalogada pelo seu colega e amigo Charles Messier como M106.

Imagens de telescópios modernos revelaram que ela é um universo-ilha (como todas as galáxias). Ela é uma galáxia espiral com cerca de 30 mil anos-luz de largura localizada a apenas 21 milhões de anos-luz de nossa Via Láctea.

Junto com um centro brilhante, esta composição colorida de imagens exibe jovens conjuntos de estrelas em azul e berçários estrelares avermelhados. Também é possível ver jatos avermelhados de gás hidrogênio.

Além da sua pequena companheira a direita da imagem, a galáxia NGC 4248, é possível ver outras delas espalhadas pela foto.

A imagem conhecida como ‘ultra deep field”

O telescópio Hubble, da Nasa, conseguiu imagens que mostram as galáxias mais antigas do universo.
 

Os objetos com a luz mais fraca e avermelhada, na imagem provavelmente são as galáxias mais antigas a já serem identificadas, e teriam se formado apenas de 600 a 900 milhões de anos após o Big Bang.

O tempo de exposição da imagem foi de 173 mil segundos, ou seja, o telescópio ficou quatro dias apontado para o mesmo local, um ponto aparentemente negro no espaço, para conseguir a incrível imagem dos primórdios das galáxias.


O coração humano?


Albert Einstein e Charlie Chaplin


Não queira viajar a velocidade da luz

No espaço, há apenas dois átomos de hidrogênio por centímetro cúbico, o que não causa nenhuma ameaça para espaçonaves viajando a baixas velocidades.

Mas eles se tornam verdadeiras minas para uma nave que viaja a uma velocidade próxima à da luz, de acordo com cálculos baseados na Teoria da Relatividade de Einstein.

A hipótese é que a velocidade da nave seria tão alta que os átomos de hidrogênio passariam diretamente por ela, atravessando não só a Espaçonave como seus tripulantes e irradiando a todos.

E alguns Físicos mostram que uma nave viajando a 99% da velocidade da luz receberia dez vezes a dose fatal de radiação para um humano.

Quer viajar para Netuno?

Segundo cientistas, isso será possível daqui a cinquenta anos ou um pouco mais – e se você tiver uma boa (ou enorme) quantia de dinheiro sobrando.

Agências espaciais consideram, atualmente, vôos tripulados um desperdício de dinheiro, além de uma aventura que pode não ter volta.

Mas e se tivéssemos um enorme fundo de reserva para torrar em pesquisas espaciais?

Especialistas estimam que, se houvesse investimento em pesquisas, poderíamos criar um supermotor de naves espaciais daqui a 50 anos. Ele seria suficientemente forte para atingir velocidades nunca antes vistas.

Vôos tripulados a longa distância não são feitos por causa da radiação espacial e da microgravidade, que comprometeria a saúde dos tripulantes de qualquer nave espacial.

Mas quando falamos de rápido, queremos dizer rápidos mesmo – conseguiríamos ir e voltar de Netuno em apenas 5 anos.

Mas, lógico, tudo isso tem um custo. Suas férias em um planeta exótico sairiam pela bagatela de 4 trilhões de dólares. 👏👏👏

Exatamente. Trilhões.

Isso é mais do que a verba do Governo dos Estados Unidos inteiro. Então, se você não quer abrir mão de conhecer Netuno, é bom começar a ganhar na Mega Sena – várias vezes.

O que são estes estranhos filamentos?


Tudo isso é um agrupamento de galáxias.

A gravidade faz, muitas vezes, com que a luz se dobre, distorcendo a imagem de algumas galáxias, as “transformando” em fios luminosos e alongados. Você pode observar esse mesmo efeito na sua casa, tentando ver uma luz distante através de uma garrafa transparente.

Quase todos esses objetos brilhantes que aparecem nessa foto do Hubble são galáxias – esse agrupamento é conhecido como Abell 2218.

Ele está a 3 bilhões de anos-luz da Terra, na constelação de Draco.

Uma imagem do eclipse solar na Argentina


A foto que você vê foi tirada na Patagônia, na Argentina, foi em julho de 2010, quando ocorreu um eclipse solar total.

Algumas vezes, durante um eclipse solar, uma estranha sombra escura pode ser vista no céu. Elas são conhecidas como “cone de sobras” e são visíveis porque a atmosfera do nosso planeta não é completamente transparente, separando a luz solar e aparecendo azul durante o dia.

Os cones de sombra têm esse efeito dramático principalmente em localidades próximas ao horizonte, já que se forma uma “massa” de atmosfera que não é iluminada pelo Sol.

Você pode ver o Sol distante, parcialmente bloqueado pela Lua com apenas a sua “coroa” brilhando. Depois de apenas alguns minutos que essa foto foi tirada, a Lua se desviou e o Sol se pôs.

A Terra e a Lua: Foto tirada pela sonda Messenger

Essa foto foi tirada pela sonda espacial MESSENGER , que capturou essa foto em 2010. A sonda não estava exatamente em Mercúrio, mas em uma localização similar – então a vista do nosso planeta seria bem parecida.

Caso você não tenha deduzido, a Terra e a Lua são os dois pontos brilhantes mais para a esquerda da foto. Vistas de Mercúrio, elas sempre se parecerão essas duas esferas refletindo a luz do Sol – sem nenhuma fase crescente ou decrescente já que, na perspectiva de Mercúrio, nenhum astro faz sombra nelas.

Em Abril de 2015 a MESSENGER impactou com a superfície de Mercúrio, como previsto, formando uma nova cratera no planeta. O nome da sonda, Messenger, é a sigla em inglês para "Superfície, Espaço, Ambiente, Geoquímica e Alinhamento de Mercúrio".