sábado, 31 de dezembro de 2016

Céu azul do planeta-anão Plutão

Este é Plutão e o céu é azul, assim como o da Terra.

A descoberta surpreendeu os cientistas. A imagem que revela a atmosfera azul foi feita pela sonda New Horizons durante sua passagem por Plutão.

Um céu azul geralmente resulta da dispersão da luz solar por partículas muito pequenas. Na Terra, essas partículas são pequenas moléculas de nitrogênio. Em Plutão, elas parecem ser partículas maiores - mais ainda relativamente pequenas - que os cientistas as chamam de Tolinas.
 
(As Tolinas são formadas na atmosfera, onde a luz solar ultravioleta se parte e ioniza as moléculas de nitrogênio e metano, permitindo que elas reajam uma com a outra. Nesse processo são formados íons carregados positivamente e negativamente. Quando combinados, eles formam macromoléculas complexas. Não são achadas naturalmente na Terra atual, mas são abundantes em corpos gelados no Sistema Solar externo, como Titã.)
 
As novas imagens de Plutão também revelaram, em vários pontos, a existência de gelo de água exposto em Plutão.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Vídeo: Decolagem da missão Apollo 11 - Legendado


Os astronautas estavam sob o olhar de centenas de milhares de espectadores que enchiam estradas, praias e campos em redor do Centro Espacial Kennedy e de milhões de espectadores pela televisão em todo o mundo, para a histórica missão de oito dias de duração, que culminou com as duas horas e quarenta e cinco minutos de caminhada de Armstrong e Aldrin na Lua.

sábado, 15 de outubro de 2016

"Nascer da Terra"


Imagine você chegar na lua em uma nave espacial, olhar para fora da janela e ser o primeiro ser humano a ver o seu próprio planeta em ascensão.

Esta imagem popularmente chamada de “Earthrise” ( “Nascer da Terra”) foi feita por um astronauta da missão Apollo 8 em órbita lunar em dezembro de 1968.

Foto da Voyager 1 deixando o Planeta Terra


Muito incrível ver tanto o nosso planeta quanto sua lua vagando juntos no vazio negro do espaço pela primeira vez.

Essa façanha foi realizada pela nave Voyager 1, enquanto estava a caminho dos diversos planetas do nosso sistema solar, no dia 18 de setembro de 1977.

A sonda estava a pouco mais de 11 milhões de quilômetros da Terra.

Como nosso planeta é muito mais brilhante do que a lua, nesta foto ela foi artificialmente iluminada no computador por um fator de três, de modo que ambos os corpos se mostrassem claramente na imagem.

Galáxia do Sombrero (M104)


O Hubble capturou esta imagem espetacular da galáxia do Sombrero (M104) em 2003.

Os astrônomos usaram essa imagem para saber mais sobre aglomerados globulares, que são coleções de estrelas que tendem a ser muito velhas.

Estas estruturas podem mostrar como o Universo mudou ao longo de sua vida útil.

O cometa que colidiu em Júpiter (1994)



Entre os dias 16 e 22 de julho de 1994, mais de 20 fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9 colidiram com o planeta Júpiter.

O impacto foi acompanhado por centenas de observadores ao redor do mundo e diversas imagens foram registradas, tanto por astrônomos amadores como profissionais.

A imagem revela as enormes cicatrizes deixadas pelos impactos do cometa sobre o hemisfério sul do gigante gasoso. Os impactos resultaram em diversas cicatrizes negras na atmosfera joviana, além de elevarem colunas de gás a milhares de quilômetros de altitude e formarem bolhas de gás de centenas de graus Celsius.

Estima-se que os fragmentos tinham aproximadamente 2 quilômetros de diâmetro e atingiram o planeta a 60 km/seg.

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Nossa Lua nosso "planeta gêmeo"



O nosso satélite deveria ser classificado como um planeta, alguns dizem.

O principal motivo para isso é o tamanho do corpo celeste, que, embora tenha cerca de um quarto do diâmetro da Terra, é de longe o maior satélite natural em comparação ao seu planeta no nosso Sistema Solar.

Por conta de seu grande tamanho, a Lua não orbita a Terra propriamente dita. Na verdade, ambos os corpos giram um em torno do outro, concentrados em um ponto entre os dois (chamado baricentro).

Como essa região está localizada na crosta terrestre, temos a ilusão de que o “satélite” nos rodeia. O fato de o baricentro estar dentro do nosso planeta é o único elemento que impede a classificação de ambos como planetas gêmeos.

Brasileiro vence concurso internacional de fotografia astronômica:

Carlos Eduardo Fairbairn de 33 anos venceu o concurso “Astronomy Photographer of the Year“, organizado pelo Observatório Real de Greenwich, a mais importante premiação internacional de fotografia astronômica.

O concurso teve mais de 4.500 inscritos de 80 países. Fairbairn venceu a categoria “Sir Patrick Moore Best Newcamer“, para novatos na astrofotografia.

Ao todo, 31 trabalhos foram premiados, e serão publicados em um livro e exposto até julho do ano que vem no Observatório Real de Greenwich, em Londres.

A imagem premiada é da Grande Nuvem de Magalhães.

O telescópio Hubble flagrou um cometa se despedaçando

O telescópio espacial Hubble fez um raro flagrante de um cometa se despedaçando a cerca de 100 milhões de quilômetros de distância da Terra, enquanto orbitava o Sol entre Marte e Júpiter.

Numa série de imagens obtidas em janeiro deste ano, o Hubble capturou pelo menos 25 fragmentos compostos de uma mistura de gelo, rochas e poeira, com tamanhos variados lançados ao espaço pelo cometa 332P/Ikeya-Murakami.

Segundo os cientistas, as imagens do Hubble sugerem que o cometa estava girando tão rápido, que o material foi efetivamente “ejetado” de sua superfície.

O cometa antes (O ponto mais brilhante à esquerda) e os vários fragmentos que ele lançou ao espaço (o enxame na parte central-direita) - NASA/ESA/D. Jewitt

Pôr do Sol em Marte e na Terra


Curiosamente, esta tonalidade de azul é um resultado da característica poeira vermelha do planeta. Na Terra, o nosso sol parece avermelhado porque as partículas em nossa atmosfera dispersam em comprimentos de onda azul da luz, o que significa que é menos provável que acabem atingindo nossos olhos.

O oposto acontece em Marte.

Tudo o que o pó vermelho dispersa é a luz vermelha, o que implica em um pôr do sol mais azulado. Isto é combinado com o efeito da fina atmosfera de Marte, que dificilmente dispersa qualquer luz azul em qualquer situação.

Como curiosidade, saiba que, quando o sol mergulha no horizonte de Marte, as temperaturas podem cair rapidamente de amenos 20 graus Celsius no verão a menos 70 graus Celsius durante a noite.

domingo, 31 de julho de 2016

O nosso Universo está a caminho da morte?

Geração de energia no Universo

Uma equipe internacional de astrônomos completou uma análise de mais de 200.000 galáxias, medindo a energia gerada numa enorme região do espaço com a maior precisão já obtida até hoje.
Com os dados, eles fizeram a melhor estimativa da produção de energia no Universo - ao menos na parte do Universo mais próxima de nós.

E concluíram que a energia produzida nesta região do Universo é hoje apenas cerca da metade da energia produzida há dois bilhões de anos.

E como este enfraquecimento ocorre em todos os comprimentos de onda medidos - 21 ao todo, do ultravioleta ao infravermelho longínquo -, a equipe concluiu que o Universo está morrendo lentamente.

A queda na produção de energia das galáxias foi registrada em 21 comprimentos de onda. [Imagem: ICRAR/GAMA]

Morte do Universo

O modelo cosmológico mais aceito estabelece que toda a energia do Universo foi criada durante o Big Bang, sendo que uma parte foi criada como massa. E as estrelas brilham ao converter massa em energia, tal como descrito na famosa equação de Einstein E=mc2.

"Enquanto a maior parte da energia espalhada pelo Universo surgiu no seguimento do Big Bang, energia adicional está sendo constantemente criada pelas estrelas à medida que estas fusionam elementos como o hidrogênio e o hélio," disse Simon Driver, coordenador do projeto GAMA (Galaxy And Mass Assembly).

"Esta nova energia, ou é absorvida pela poeira à medida que viaja pela sua galáxia hospedeira, ou escapa para o espaço intergaláctico e viaja até atingir alguma coisa, como por exemplo outra estrela, um planeta ou, muito ocasionalmente, um espelho de telescópio," detalha Driver.


Destino do Universo

O fato de o Universo estar em declínio lento é uma ideia defendida desde o final da década de 1990, e este novo esforço observacional ilustra como este processo estaria acontecendo em todos os comprimentos de onda - ainda que muitos astrônomos não concordem com a tese.

A equipe de pesquisadores espera poder expandir este trabalho mapeando a produção de energia ao longo de toda a história do Universo, utilizando para isso uma quantidade de novos observatórios, incluindo o maior radiotelescópio do mundo, o SKA (Square Kilometre Array), que será construído na Austrália e na África do Sul durante a próxima década.

Fonte: Inovação Tecnológica/G1

quarta-feira, 13 de julho de 2016

NASA divulga a primeira foto tirada da sonda Juno, após entrar na órbita de Júpiter


Ainda deve levar algumas semanas para podermos observar as primeiras imagens em alta resolução do planeta Júpiter feitas pela JunoCam, a câmera a bordo da sonda Juno. Mas a Nasa já divulgou uma imagem enviada pela câmera depois que a sonda entrou na órbita de Júpiter no dia 5 de julho. Isso prova que o equipamento está funcionando e foi bem-sucedido em enviar dados à Terra.

A imagem divulgada pela Nasa foi tirada no dia 10 de julho, quando a sonda Juno estava a 4,3 milhões de  km de Júpiter. Na imagem, é possível ver Júpiter e três das quatro luas do planeta.

Após 5 anos de viagem, a sonda Juno entrou na órbita de Júpiter, o maior planeta do sistema solar. 

Com transmissão ao vivo pela internet, a equipe na Nasa comemorou a inserção na magnetosfera à 0h54 do dia 5 de julho.

A sonda se aproximou sobre o pólo-norte do planeta, mostrando uma perspectiva inédita do sistema de Júpiter - incluindo as suas quatro grandes luas.

Esta é a primeira vez que Júpiter será visto abaixo da cobertura densa de nuvens. Por isso o nome Juno, uma homenagem à deusa romana que era esposa de Júpiter.

Lançada em 5 de agosto de 2011, a sonda percorreu 716 milhões de quilômetros - quase 18 mil voltas na Terra - até o planeta.  Se nada der errado, a missão deve ser encerrada em fevereiro de 2018.

Juno tem 3,5 metros de altura e 3,5 metros de diâmetro e é movida a energia solar.

Todo o programa custou US$ 1,13 bilhão. A Juno foi a primeira missão que levou uma nave movida a energia solar comandada a partir da Terra, além de orbitar de pólo a pólo de um planeta. Nenhuma outra sonda chegou, até agora, tão perto da superfície de Júpiter.

Fonte: G1

domingo, 3 de julho de 2016

50 Curiosidades sobre o Universo

► Durante 380 mil anos o Universo era composto exclusivamente de plasma e não existiam elementos como conhecemos, que se formaram só depois.

► O planeta Terra só surgiu quando o Universo já tinha mais de 9 bilhões de anos.

► Nosso Universo possui uma estranha composição: 4% matéria normal, 23% matéria escura e 73% energia escura.

► Segundo os dados atuais, o Universo se expandirá para sempre, até que se torne uma vastidão totalmente escura e fria.

► A Terra pesa 5.980.000.000.000.000.000.000.000 kg (cinco centilhões e novecentos e oitenta quatrilhões)




► O Universo se expande a 1,6 bilhões de km por hora.

► Há 350 milhões de anos a Lua estava a apenas 18 mil quilômetros da terra. Hoje, está a 400 mil quilômetros, e se afasta 3 centímetros a cada ano.

► No início do Planeta Terra, um dia durava apenas 6 horas.

► Cientistas acreditam que a água surgiu na terra através de cristais dentro de meteoros que caíram na terra há cerca de 3,9 bilhões de anos.

► O primeiro grande continente da Terra não foi Pangeia como dizem na escola e nos livros, foi Rodinia, cerca de 700 milhões de anos antes.

► 90% da massa do seu corpo é na verdade poeira estelar, pois todos os elementos exceto o hidrogênio, foram criados nas estrelas.

► A atmosfera do sol é misteriosamente mais quente do que sua superfície.

► Os dias na Lua são escaldantes e as noites extremamente frias. A temperatura varia de -150º C a 120º C.

► Olhando da terra, é possível distinguir 500 mil crateras na Lua.


► Todas as estrelas que você enxerga no céu à noite são maiores e mais fortes que o nosso Sol.



► Em um universo paralelo você é um parafuso.( Pode ser não é)

► Em um outro universo paralelo você é maior que o Sol e menor que um sapo.( Pode ser não é )

► Todos os anos caem cerca de 150 toneladas de meteoritos e fragmentos na Terra. trata-se de uma média de 410kg por dia.




► Uma viagem só de ida para Alpha-Centauri, a estrela mais próxima do Sol, levaria 70.000 anos com a tecnologia atual.

► Se uma estrela está situada a uma distância de 50 anos-luz da Terra, a luz que vemos hoje é aquela que ela emitiu há 50 anos.

► Como a luz da estrela demora para chegar até nós, é possível que muitas estrelas que vemos na Terra não existam mais.

► A famosa mancha vermelha de Júpiter é uma tempestade colossal que já dura 400 anos desde a sua descoberta, mas não sabemos quando apareceu realmente. Detalhe: essa mancha é 2 vezes maior que a terra.

► E a cada minuto, em algum lugar no universo, uma estrela está explodindo e está brilhando mais do que toda uma galáxia.





► O maior vulcão conhecido está, acredite, em marte. Ele foi batizado de Monte Olimpo e é três vezes mais alto que o nosso Monte Everest.


► Hoje, existem cerca de 2.900 satélites em órbita da terra.


► A maior galáxia do Universo conhecida é a IC-1101, com aproximadamente 100 trilhões de estrelas. E a nossa Via láctea é um pixel na imagem acima.

► A Terra já teve um anel, como Saturno. Esse anel era formado de poeira e rochas quentes avermelhadas, mas sumiu dando origem a Lua.

► O Universo observável contem aproximadamente 100 bilhões de galáxias, e cada galáxia contem cerca de 100 bilhões de estrelas, mais ou menos.

► Cientistas já descobriram um pequeno reservatório de Açúcar em uma nuvem de gás e poeira no centro da Via Láctea.


► O Sol possui 99,86% de toda a massa do sistema solar.






► As interferências na televisão quando você coloca em um canal sem sintonia, aquele chiado, 1% dele são os ecos do Big Bang, a radiação de fundo.

► Em Marte, há redemoinhos imensos de poeira todos os dias, que podem chegar a 100 metros de altura.

► A estrela Eta Carinea emite cerca de 3 milhões de vezes mais energia que o Sol.

► O Buraco Negro mais pequeno já descoberto, tem apenas 24km de diâmetro. Não te iluda: na verdade estes micro buracos negros exercem uma força de atração muito mais forte que os grandes, ou seja, quanto mais pequenos, mais devastadores.


►O seu corpo perto de Buraco Negro, se transformaria em um simples fio de espaguete feito de átomos.




► 45% dos americanos não sabem que o Sol é uma estrela.

► As estrelas anãs são tão densas, que uma colher feita desse material pesaria umas 5 toneladas.

► A ultima vez que um meteoro consideravelmente perigoso caiu na terra foi em 15/02/2013, na Russia.

► A maior estrela do universo já conhecida é a estrela Uy Scuti com um raio de 1,2 bilhões de quilômetros. A estrela chegaria a uma orbita próxima a de Saturno!

► Segundo especialistas, o Big Bang não foi uma explosão, e sim uma expansão.

► Energia solar suficiente para abastecer todo o planeta por 18 anos atinge a superfície da terra todos os dias. Mas a gente só da conta da capturar energia suficiente para abastecer a Europa por 12 minutos. 

► Cientistas acreditam que eventualmente ocorrem chuvas de diamante em Netuno.

► Existem mais estrelas no céu do que grãos de areia na terra.


► A luz solar leva 8 minutos e 17 segundo para chegar na terra.





► O lugar mais frio do sistema solar é Tritão, satélite de Netuno, com a temperatura de -240º C.

► O telescópio Hubble é tão potente que consegue fotografar uma mosca a uma distância de 13.700 km.

► Com a tecnologia atual, é possível mandar um homem para Marte, mas impossível trazê-lo de volta.

► As tempestades de Netuno geram fortes ventos que chegam a 2,400 km por hora.

► Titã, um satélite de Saturno, é o planeta conhecido mais semelhando a Terra. Porém, impossível de ser habitado, por que sua atmosfera é principalmente feita de 95% de nitrogênio e 5% de Metano e sua temperatura beira os -180°C.


► Vênus é o Planeta mais quente no sistema Solar, chegando a 500º C.

sábado, 28 de maio de 2016

Frase de Carl Sagan

"Uma das grandes revelações da exploração espacial é a Terra, finita e solitária acomodando toda a espécie humana através dos oceanos do tempo e do espaço."


Daria para colocar todos os 7 outros planetas do sistema solar no espaço que há entre a Terra e a Lua!



























Aqui está um fato interessante que você talvez nunca imaginou ou parou para pensar.

A distância máxima entre a Terra e seu satélite é de 405.500 km. 

O diâmetro equatorial de:

Mercúrio é 4.879 km
Vênus tem 12.104 km
Marte 6.792 km
Júpiter 142.984 km
Saturno 120.536 km
Urano 51.118 km
Netuno 49.528 km. 

Somando tudo, dá 387.941 km.

Claro que esta conta só funciona perto do apogeu lunar porque, em média, a distância entre a Terra e a lua é de 384.400 km. No perigeu, a lua está a “meros” 363.300 km.

Interessante não acham Tsulovers!

Nebulosa Tulipa

Essa imagem da NASA mostra a constelação de Cygnus, o Cisne, uma região do universo rica em nebulosas.

Por exemplo, lá fica a bonita nebulosa Tulipa, a cerca de 8.000 anos-luz de nós, uma nuvem brilhante de gás e poeira interestelar também conhecida como Sh2-101, pois foi catalogada pela primeira vez pelo astrônomo Stewart Sharpless em 1959.

A imagem da Tulipa é um composto que mapeia as emissões de átomos de enxofre ionizado, hidrogênio e oxigênio nas cores vermelha, verde e azul. A radiação ultravioleta da estrela jovem e enérgica HDE 227018 (perto do arco azul no centro da imagem) é o que ioniza os átomos da nebulosa Tulipa.

As crianças nascidas em Marte serão mais altas que os humanos nascidos na Terra.

Se um dia o homem decidir colonizar marte, a Agência Aeroespacial Norte Americana (NASA) já avisa que as crianças nascidas por lá serão mais altas que os humanos nascidos na Terra.

Na Terra nós somos submetidos constantemente à força da gravidade durante toda vida. Em outros planetas do nosso sistema solar, isso não iria acontecer. O engenheiro aeroespacial, Robert Zubrin, que defende a terraformação de Marte, teorizou que as crianças nascidas em planetas com gravidade mais baixa, como a de Marte, que corresponde a um terço da nossa, iriam crescer alguns centímetros a mais do que na Terra. Ele garante, no entanto, que os genes herdados de seus pais não iriam mudar, mas a coluna iria alongar mais que na Terra por causa do menor grau de atração que o corpo sofreria.

Contudo, não iria ser fácil para os naturais de Marte voltarem para a Terra. Eles teriam de lidar com uma gravidade três vezes maior que a do seu planeta natal. Isto acarretaria problemas sérios aos seus ossos.

Alguns cientistas já estão trabalhando em tornar possível a gravidade artificial para deixar as longas viagens pelo espaço mais “confortáveis” para o corpo humano. De acordo com a NASA, a maioria dos astronautas cresce cerca de cinco centímetros enquanto estão no espaço porque a gravidade reduzida causa o fluído entre as vértebras a expandir. Mas, depois de alguns dias de volta na Terra eles voltam a sua altura normal.

Por sorte, as crianças de Marte não iria ter problemas de músculos ou ossos como tem os astronautas, mas elas não iriam poder fazer visitas ao planeta dos bisavós.


Assistam a este trailer de um filme que retratará um pouco sobre isso: Clique aqui

Galaxia NGC 3521


Essa belíssima galáxia espiral está a 35 milhões de anos-luz de distância da Terra, na direção da constelação de Leão. Ela tem 50 mil anos-luz de comprimento.

Essa imagem foi produzida pelo telescópio Hubble, e mostra os braços da galáxia cercado de jovens estrelas azuis. Seus braços são muito próximos um dos outros, ao contrário da maior parte de galáxias em espiral, que são afastados e mais longos.

A NGC 3521 é visível da Terra através de telescópios amadores, pois é relativamente brilhante.


Existem mais estrelas do que areia na Terra?

Quem nunca tentou imaginar quantos grãos de areia haveria em toda a Terra? Ou ainda, ao olhar para o céu estrelado, se perguntou quantas estrelas haveria no universo? Agora, que tal combinar essas duas perguntas e tentar descobrir se existem mais estrelas no céu ou grãos de areia na Terra?

É possível fazer uma estimativa. Em seu livro Spectrums, o escritor David Blatner relembra que um grupo de pesquisadores da Universidade do Havaí tentou fazer essa conta.

Eles estabeleceram um tamanho médio para um grão de areia, calcularam quantos grãos existem em uma colher de chá e depois multiplicaram esse número por todas as praias e desertos do mundo.

Com isso, os especialistas concluíram que a Terra tem cerca de sete quintilhões, quinhentos quatrilhões de grãos de areia (7.540.000.000.000.000.000) você muito??

Mas e as estrelas?

Se considerarmos a quantidade de estrelas que o Hubble consegue visualizar, por exemplo, e usarmos uma calculadora para fazer mais algumas contas chegaremos ao inimaginável
número de:

70 septilhões (70.000.000.000.000.000.000.000.000!!!) de estrelas.

Ou seja, para cada grão de areia, existem muitas estrelas.

Tirinha: Mercúrio, não vai acontecer nada


Os belos anéis do planeta Saturno

Esta imagem não poderia ter sido feita a partir da Terra – ela figura o lado noturno de Saturno e sua sombra correspondente, moldada através dos anéis do planeta.

A fotografia é um mosaico e foi feita no final de 2013 pela sonda robótica Cassini, que orbita Saturno. Os belos anéis do planeta são vistos em extensão completa. A imagem também mostra detalhes de uma nuvem, incluindo a misteriosa estrutura hexagonal de Saturno, em torno do seu polo norte.

A estrutura foi identificada pela primeira vez em 1980 pela nave Voyager, e se manteve por mais de vinte anos, até a chegada da nova sonda da NASA, Cassini, que pode registrá-la melhor. As imagens feitas por Cassini revelaram um enorme vórtex da chamada tempestade hexagonal, que pode ser vista em cores claras (verde) no topo do planeta na foto.

10 bilhões de anos atrás nossa galáxia era assim

10 bilhões de anos no tempo, as coisas provavelmente seriam irreconhecíveis – como a ilustração mostra.

Teríamos que esperar cerca de 5 bilhões de anos depois do nascimento da Via Láctea para testemunhar a formação do nosso sistema solar. Porém, neste ponto, 4,6 bilhões de anos atrás, a galáxia já iria ser quase como é hoje.

Usando dois supercomputadores do Oak Ridge National Laboratory, nos EUA, e do Swiss National Supercomputing Center, na Suíça, um grupo de pesquisadores liderado pelo Dr. Simon Portegies Zwart do Observatório Leiden, na Holanda, simulou a evolução a longo prazo da Via Láctea nesse período de grandes mudanças – de 10 a 4 bilhões de anos atrás.

“Nós realmente não sabemos como a estrutura da galáxia surgiu. O que percebemos é que podemos usar as posições, velocidades e massas de estrelas no espaço tridimensional para permitir que a estrutura emerja da gravidade própria do sistema”, explica o Dr. Zwart.

A equipe tem como objetivo comparar os resultados da simulação com as novas observações provenientes do satélite Gaia, da Agência Espacial Européia, lançado em 2013.

Reia e Titã, as duas maiores luas de Saturno, se alinham para uma foto

Saturno tem 62 luas!

O diâmetro de Titã é de 5.150 km, o que significa que essa lua é 50% maior do que a nossa. Já Reia é um pouco menor: tem “apenas” 1.528 km de diâmetro.

Apesar de Reia contrastar com o brilho dourado e fraco de Titã, as luas são muito similares em composição, contendo uma mistura de rocha e gelo de água. Estima-se que Reia tenha algo em torno de três quartos de gelo e um quarto de rochas.

Segundo as observações da sonda Cassini, a lua não contém um núcleo rochoso distinto – ao invés disso, ele é composto de rocha e gelo misturados.

Já essa tonalidade alaranjada de Titã é um resultado de sua atmosfera. Essa imensa lua é o único corpo do nosso sistema solar, além da Terra, a ter uma atmosfera espessa e rica em nitrogênio.

No caso de Titã, ela também contém substâncias como metano, hidrogênio e hidrocarbonetos. Estas moléculas se formam através de reações com a luz do sol na atmosfera do satélite, estabelecendo altitudes mais baixas para formar aquela fumaça em tons de laranja que você pode ver na foto.

A fotografia foi feita com imagens capturadas em 16 de junho de 2011 usando filtros vermelhos, verdes e azuis pela câmera da sonda Cassini, originalmente divulgada em dezembro de 2013 no site da NASA.

A missão Cassini-Huygens é um projeto cooperativo entre a NASA, a ESA e a Agência Espacial Italiana.

O planeta mais escuro até hoje encontrado no Universo








































Apelidado de “planeta escuro” porque não reflete luz. Se os astrônomos fossem capazes de vê-lo diretamente, provavelmente apareceria como uma bola de carvão preto e gasoso.

A uma temperatura de 1.000 °C, o exoplaneta é quente demais para ter nuvens, o que ajudaria a refletir a luz de sua estrela. Outros planetas escuros refletem cerca de 10% da luz de sua estrela, mas o TrES -2b reflete só aproximadamete 1%, tornando-se o mais escuro planeta já descoberto.

Os cientistas não têm certeza sobre os motivos de tanta escuridão. O melhor palpite até agora é que a maior parte da composição do planeta seja formada por algo como sódio ou potássio, que absorve a luz. Esse mundo tenebroso está localizado a cerca de 750 anos-luz de distância na constelação de Dragão.

Um telescópio chamado James webb que vai ser lançado em 2018 estudará este planeta do porque ficou tão escuro e estudará incontáveis outros planetas estranhos.