sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

GAME: Colisão de Planetas




Crie um sistema planetário e veja quantos anos ele dura!

Para isso, jogue o Super Planet Crash. Selecione o tipo de planeta (ou estrela) que quer, do lado esquerdo do ecrã, e coloque-os no sistema apresentado. Depois, é só deixar o “sistema correr” de modo a perceber quando irão existir colisões ou expulsões do sistema (como aconteceu no nosso sistema solar)… ou então,
se conseguir mantê-lo durante 500 anos, tem um sistema vencedor!

Pessoal esse é um jogo bem simples, você terá apenas de ter o Adobe Flash no seu navegador.

Este jogo foi desenvolvido pelo Stefano Meschiari, um aluno de pós-doutorado na Universidade do Texas em Austin, com a equipe da SAVE/Point.


Link: http://www.stefanom.org/spc/

 


Fonte: AstroPT

O Tempo está a Contar – um olhar sobre o nosso planeta

"Em 1960 a Terra tinha 3 bilhões de habitantes.
Desde então, a população tem aumentado cerca de 1 bilhão a cada 12 anos.

São, em média, mais de 225 000 novos habitantes por dia!

Este é um número que é frequentemente esquecido e… não devia.

Ele significa que o número de pessoas que morreu em 3 anos de guerra na Síria é “reposto” em pouco mais de 1 dia… Todos os mortos na 1ª Guerra Mundial são “renovados” em menos de 3 meses… Para “substituir” os mortos da 2ª Guerra Mundial bastam menos de 9 meses!

Evidentemente que o horror das guerras não pode ser traduzido pela aritmética pois ficam de fora os aspectos éticos e morais.

No entanto tem o mérito de, na sua frieza, mostrar os fatos… Não é possível controlar o aumento populacional por catástrofes, pelo menos daquelas a que a História nos tem habituado.

E todas estas pessoas (Ou quase todas) consomem… petróleo… água… carne…e poluem… o ar… a água… os solos…
a velocidades que dificilmente conseguiríamos imaginar.

O contador feito pelo Centro Ciência Viva de Estremoz de Portugal, mostra em tempo real a forma como a população da Terra evolui e interfere com o planeta onde vive.”

Para verem o contador em tempo real (e para fazerem o seu download, havendo também a opção de ser instalado como protetor de ecrã):
http://www.ccvestremoz.uevora.pt/sustentabilidade/index.php?lang=pt

 
 

A Terra esta pedindo socorro!

Fonte: AstroPT


Existe uma quinta dimensão?


Não há prova de que haja mais dimensões do que as quatro que a gente conhece - três de espaço (a altura, a largura e o volume) e uma de tempo. Mas, para boa parte dos físicos teóricos, a quinta dimensão existe, sim. Só que não podemos detectá-la. Se um dia conseguirmos, estaremos perto de entender um dos grandes enigmas do Universo: a chamada matéria escura, que, como não emite nem reflete luz, é completamente invisível. A única pista que ela deixa é sua imensa força gravitacional - afinal, se há matéria, há gravidade. Estima-se que existam pelo menos cinco vezes mais matéria escura do que matéria "normal", aquela com que nossos corpos, as estrelas e tudo o mais é feito. Mas onde entra a tal quinta dimensão nessa história?

Para alguns cientistas, ela é um atalho de espessura milimétrica em dobras no espaço por onde escapa a gravidade de galáxias muito distantes, tão longínquas que não podem ser vistas da Terra. Elas é que seriam, na verdade, a misteriosa matéria escura.

"De acordo com essa ideia, a matéria escura é só matéria normal, localizada do outro lado do espaço", afirma o físico Gia Dvali, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, e um dos três criadores da teoria da quinta dimensão. Ainda segundo essa tese, o mais incrível é que, apesar de essas galáxias de matéria escura estarem distantes em termos de espaço, do ponto de vista da quinta dimensão, elas estão a milímetros de nós.Se pudéssemos ver a quinta dimensão, enxergaríamos trilhões de galáxias só no espaço entre você e o seu Universo Interessante! Com o Universo, é o mesmo raciocínio: uma dimensão extra faria caber uma infinidade de corpos tridimensionais num espaço de alguns milímetros. Ou seja, haveria mais corpos celestes em suas impressões digitais do que num céu estrelado. Quando Shakespeare escreveu que "há mais coisas entre o céu e a Terra do que sonha nossa vã filosofia", não deve ter imaginado que fosse tudo isso...

Resumão:

Dimensão extra aproximaria da Terra galáxias a bilhões de anos-luz de distância
1 - No Universo, existem galáxias tão distantes que não podem ser vistas da Terra. Percorrendo todo o espaço, a luz delas leva dezenas de bilhões de anos para chegar até nós. Mas como a idade do Universo é de "apenas" 13 bilhões de anos, essa luz ainda não chegou aqui por isso, essas galáxias seriam chamadas de matéria escura. Só sabemos que elas existem porque possuem gravidade

2 - Para os defensores da ideia da quinta dimensão, a força gravitacional das galáxias longínquas chega rápido à Terra porque atravessa um tecido espacial "dobrado", através de uma quinta dimensão de espessura milimétrica. Isso resolveria o mistério da gravidade extra que aparece em nossa região do espaço. Mas, por enquanto, ninguém conseguiu detectar essa hipotética quinta dimensão.

Talvez seja provado nunca e fique apenas como uma viagem na imaginação bem louca!!!

Poeira e estrelas na Coroa Austral:


Nuvens de poeira cósmica e estrelas jovens e enérgicas povoam esta vista telescópica, que estão a menos de 500 anos-luz de distância na direção da fronteira norte da constelação da Coroa Austral (em latim: Corona Australis). As nuvens de poeira bloqueiam efetivamente a luz das mais distantes estrelas de fundo na Via Láctea.

Entretanto, o complexo impressionante de nebulosas de reflexão, catalogadas como NGC 6726, 6727 e IC 4812, produz uma cor azul característica porque a luz de estrelas quentes e jovens da região é refletida pela poeira cósmica. A poeira também obscurece a nossa visão de estrelas ainda em processo de nascimento.

À esquerda, a pequena nebulosa amarelada NGC 6729 se curva em torno da jovem estrela variável R Coronae Australis.

Logo abaixo dela, arcos brilhantes e loops chocados pelos fluxos a partir de estrelas recém-nascidas embutidas são identificados como objetos Herbig-Haro.

No céu, este campo de visão se estende por cerca de 1 grau. Isso corresponde a quase 9 anos-luz à distância estimada da região de nascimento estelar próxima.

Fonte: AstroPT

Qual é o peso da luz?

 

O assunto é controverso, afinal luz não é algo material que você possa pegar um punhado e botar na balança. Mas em um artigo, a astrofísica americana Laura Whitlock, da Nasa, disse que um fóton (uma partícula de luz) deve pesar algo em torno de 4 x 10-48 grama, ou seja,

0,000000000000000000000000000000000000000000000004 grama.

Mas isso está longe de ser a palavra final sobre o tema. "Luz não tem peso", diz o físico Ernesto Kemp, do Instituto de Física da Unicamp. O artigo da astrofísica da Nasa não deixa muito claro como ela chegou ao número apresentado, mas certamente seguiu as mesmas idéias dos cientistas que defendem o tal peso da luz.

"Eles pegam a clássica equação de Einstein que diz que a energia é igual a massa vezes a velocidade da luz ao quadrado (E = mc2) e misturam com outra que mede a quantidade de energia eletromagnética de um corpo", afirma Ernesto Kemp.

Esse malabarismo envolvendo a famosa definição matemática de energia de Einstein pode ser exagerado, mas, de fato, o físico alemão tem tudo a ver com o assunto. Seus estudos sobre as características dos fótons - quando definiu que eles possuem, ao mesmo tempo, aspectos de onda eletromagnética e de partícula - lhe deram o Prêmio Nobel de Física em 1921.

2° Pensamento do Dia



Esses monstros somos nós!!!
 

Da série Cosmos - A Persistência da Memória.

Crédito: Na imagem


1° Pensamento do dia


Ô se não tem :)

O que tinha antes do Big-Bang???




Não existe uma teoria comprovada, e o mais provável é que ainda leve muito tempo para descobrirmos. Isso porque o próprio conceito do big- bang ("grande explosão") ainda é polêmico. Ele estipula que o Universo surgiu de um ponto (ou "singularidade") sem volume, mas com densidade e temperatura monstruosos, quase incalculáveis. Para completar, diz ainda que as leis da física conhecidas não se aplicariam no seu caso. Por causa disso, muitos cientistas duvidam da Teoria do Big-Bang e sugerem outros modelos para a formação do Universo. Entre os que acreditam que a grande explosão tenha existido, porém, a teoria M é uma das mais aceitas para explicar o que havia antes de tudo.

NA PRÁTICA, A TEORIA É OUTRA

Veja como cada corrente teórica tenta explicar o Universo antes do big-bang

GRANDE ACIDENTE (1969)

Nosso Universo é composto de uma série de forças que se anulam. A energia resultante é zero. Se o Universo é um zero absoluto, nada é preciso para originá-lo! É o que dizem os acidentalistas: antes do Universo não havia tempo, espaço ou matéria. Por acidente, uma "flutuação" nessa espécie de vácuo originou o nosso Universo. Seu formulador foi o físico Edward P. Tryon, do Hunter College (EUA).

TEORIA M (1995)

Existem universos paralelos ao nosso. O big-bang teria sido resultado do choque entre dois deles: a energia da colisão teria gerado a matéria e a energia em nosso Universo. E mais: o big-bang pode ter sido apenas o último choque de uma série, sendo que os universos deverão se colidir de novo no futuro. Seus formuladores foram os adeptos da Teoria das Supercordas e professores da Universidade de Princeton (EUA),

GRAVIDADE QUÂNTICA EM LOOP (2007)

Existia antes um outro universo, que encolheu gradativamente até um minúsculo ponto, que então sofreu o big-bang e virou o Universo atual. E nós estamos fadados ao mesmo destino: nosso Universo irá crescer até certo tamanho, então começará a diminuir até que não possa mais encolher e vire um universo novo. Pesquisador: Martin Bojowald, da Universidade do Estado da Pensilvânia (EUA) e seguidores.

FLECHA DO TEMPO (2008)

Nosso Universo teria "pipocado" dentro de um universo-mãe feito de um tipo de vácuo gigante. Na verdade, esta teoria tenta explicar por que o tempo só anda em uma direção: porque foi ordenado assim desde o começo. Fora de nosso Universo, porém, as leis da física relacionadas ao tempo poderiam ser diferentes. Foram os cientistas da Sociedade Astronômica Americana e do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA) que bolaram essa teoria.

Muitos neurônios irão queimar ainda ;)

O que é um buraco branco?


Do ponto de vista da astrofísica, um buraco branco é o oposto de um buraco negro. Mas isso só vale mesmo de forma conceitual, porque, na prática, não existe nenhuma comprovação da existência de buracos brancos no espaço.

Eles nada mais são do que uma consequência hipotética da Teoria da Relatividade - aquela do Einstein mesmo. Complicado, né?!

Vamos tentar, então, colocar a coisa de uma forma mais simples, para desespero dos astrofísicos. Você já deve ter ouvido que um buraco negro suga toda a matéria e a luz ao seu redor, fazendo com que elas simplesmente desapareçam. No passado, alguns astrofísicos acreditavam que essa matéria poderia entrar pelo buraco negro e aparecer em outro universo, através de um buraco branco. Ele seria, portanto, uma espécie de lado oposto do buraco negro: um lugar onde energia e matéria apareceriam espontaneamente.

"Essa teoria parte do princípio de que existam outros universos, além do nosso. Só que até hoje nem a existência desses outros universos é comprovada. Muito menos a dos buracos brancos", diz o astrônomo Jacques Lepini, da USP.

Em função da falta de comprovações da existência dos buracos brancos, esse assunto foi pouco a pouco sendo deixado para trás pelos astrofísicos, que preferiam queimar seus neurônios em temas mais paupáveis, embora, para nós, mortais, nenhum assunto astrofísico pareça muito paupável... Conclusão: além de não existir na prática, o buraco branco está sumindo em teoria.

Fonte: Abril.

Qual a temperatura mais elevada criada em laboratório pelo homem?


Nada menos que 4 trilhões de graus Celsius, temperatura 80 mil vezes maior do que a encontrada no interior do Sol! Esse calorão todo foi obtido num experimento realizado com um acelerador de partículas dos Estados Unidos conhecido pela sigla RHIC, iniciais em inglês de Colisor Relativístico de Íons Pesados, localizado no Laboratório Nacional de Brookhaven, próximo a Nova York.

Os cientistas conseguiram a proeza de reproduzir condições semelhantes às existentes 1 microssegundo após o big-bang, a explosão primordial ocorrida há 13 bilhões de anos que deu origem ao Universo.

Com essa elevada temperatura, partículas como prótons e nêutrons, que compõem o núcleo dos átomos, se descolaram umas das outras formando o que os cientistas chamam de plasma de quarks e glúons.

O objetivo dos pesquisadores é estudar a fundo as propriedades e o comportamento dessa sopa tórrida de partículas atômicas para compreender como foi que elas se agruparam depois do big-bang dando início a tudo que existe hoje. Haja termômetro!

Fonte: Abril.

Os famosos Pilares da Criação não existem mais: NASA

Recentemente, a NASA publicou novas imagens em alta definição dos famosos Pilares da Criação, as duas colunas de 4 anos-luz de altura localizadas na Nebulosa da Águia, a 7.000 anos-luz da Terra.

A imagem incrível parece ainda mais encantadora se comparada com a fotografada pela primeira vez em 1995.


E, ainda assim, o mais surpreendente de tudo é que esses pilares não existem mais; eles foram destruídos milhares de anos atrás, e estamos literalmente olhando para o passado quando os observamos.

O tempo só anda para frente. De acordo com essa nossa realidade, olhamos para objetos no espaço como se eles fossem coisas fixas, como as montanhas ou o mar.
Essas paisagens estelares não são nada como as estruturas mundanas, no entanto elas estão em constante mudança.

Algumas pessoas veem o trabalho dos deuses em todo esse show aparentemente imutável, daí os nomes mitológicos de planetas, constelações, nebulosas e galáxias – como “Pilares da Criação” -, mas outros enxergam as maravilhas científicas dessa imensa arena cósmica no qual a Terra é apenas um pequeno grão de poeira.

Uma vez que a luz tem que viajar uma distância imensa, chegará até nós muito tempo depois do evento ocorrer. Quanto mais longe algo acontece, mais tempo leva para chegar a nossos olhos.
Quando olhamos para o céu, estamos olhando para os últimos segundos, minutos, anos, séculos e milênios de distância. O universo é a mais incrível das máquinas do tempo.


O que destruiu (ou vai destruir diante de nossos olhos ainda) os Pilares da Criação?

 




Desde 2007, os cientistas sabem que estas estruturas gigantescas não existem mais.
Elas foram destruídas por uma supernova que aconteceu há 6.000 anos. Com nossos telescópios, podemos ver a supernova avançando, imparável, destruindo tudo o que toca. Da Terra, a onda de choque ainda não atingiu os Pilares da Criação. Para o nosso entendimento, eles ainda estão lá, intactos.

Em mil anos, no entanto, a onda finalmente chegará aos Pilares da Criação e eles serão obliterados pela força dessa estrela morta.

Quem estiver vivendo por aqui vai finalmente testemunhar o que aconteceu com esse objeto espacial.


Fonte: Gizmodo

No caminho da Carina

Uma fotografia feita pelo famoso astrofotógrafo Iraniano, Babak A. Tafreshi, que no Deserto do Atacama, no Chile, viu este céu fantástico.

O céu é dominado pela Nebulosa Carina.



quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Por que a Lua está ficando mais distante da Terra?

 
No filme Todo Poderoso, o personagem interpretado por Jim Carrey é capaz de laçar a Lua, trazendo-a mais perto da Terra. Cientistas afirmam, no entanto, que na vida real o maior satélite natural do Sistema Solar está fazendo o oposto, afastando-se do nosso planeta a um ritmo de 3,8 centímetros por ano.

Acredita-se que a Lua foi formada há cerca de 4,5 bilhões de anos atrás, quando um protoplaneta do tamanho de Marte colidiu com a Terra. Os detritos resultantes do impacto se fundiram e formaram a Lua – ao menos, é o que apontam as simulações do impacto, com resultados bastante consistentes com o sistema que vemos no século XXI.

As simulações também mostram que, no momento da colisão, a Lua estava muito mais próxima da Terra, a uma distância de pouco mais de 22 mil quilômetros. Atualmente, essa distância é calculada em 384 mil quilômetros e a cada ano aumenta cerca de 3,8 centímetros.

De acordo com cientistas, essa migração se dá devido à ação das marés. A atuação da força gravitacional da Lua causa alterações no nível da água do mar em nosso planeta, e faz com que as marés se “alinhem” ao satélite durante o movimento de rotação da Terra. No entanto, uma faixa das águas está sempre um pouco à frente da Lua.

O resultado desse fenômeno é que parte da energia da Terra é transferida para a saliência das marés, através da resistência apresentada pelas duas superfícies em contato, movimentando-se uma em relação à outra. Essa grande massa de água, em seguida, exerce a sua própria atração gravitacional sobre a Lua, fazendo com que ela se acelere.

Aumentando sua velocidade, o satélite se afasta. A comparação utilizada pelos investigadores é a de crianças brincando num gira-gira: quanto mais veloz, mais forte a sensação de se estar a ser atirado para fora.

Porém, o efeito oposto acontece com a Terra: nossa velocidade está diminuindo. Quando a Lua estava recém-formada, por exemplo, os dias em nosso planeta duravam cerca de cinco horas, mas durante 4,5 bilhões de anos nós travamos o suficiente para deixar o dia com as 24 horas com que estamos familiarizados.

A principal preocupação, contudo, não é com a duração dos dias em si. Mas assim como um prato girando numa vara, velocidade é a chave para manter o equilíbrio do objeto. De maneira semelhante, o nosso planeta pode começar a oscilar lentamente, o que terá um efeito devastador em nossas estações, com variações de temperaturas muito maiores do que estamos acostumados.

Como seres adaptáveis, teríamos a capacidade de sobreviver, transformando o ambiente de acordo com nossas necessidades: muito ar-condicionado no verão e aquecedores no inverno. Mas o que aconteceria com os animais? Infelizmente, estes não são tão adaptáveis às mudanças climáticas, e muitos não seriam capazes de evoluir com rapidez suficiente ou migrar para lugares mais seguros.

Segundo os cientistas, no entanto, temos nada a temer. Mudanças como essas podem levar 50 bilhões de anos, ou seja, como o Sol em apenas 1 bilhão de anos estará 15% mais quente, nada na Terra estará viva e os humanos, não se destruíndo com guerras sem sentido, a alta tecnologia nos levará as estrelas e aos novos planetas que habitaremos, então pensar que a Lua vai nos deixar é uma bobagem porque em  5 bilhões de anos não existirá mais a Terra por conta que o Sol irá se expandir até a orbita da Terra e irá engoli-la e junto com ela a Lua.
 
Fonte: HypeScience