sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Pulsares: Ouça o som das estrelas de nêutrons que giram

Quando alguns tipos especiais de estrelas explodem, deixam em seu lugar um núcleo muito denso e altamente energético que gira muito rapidamente sobre o próprio eixo. A cada volta, espalham no Universo poderosos feixes eletromagnéticos que são registrados aqui na Terra como uma verdadeira percussão estelar. 




Conhecidos como pulsares, esses objetos são criados quando estrelas com massa superior a oito vezes a do Sol esgotam sua energia nuclear e explodem. Esse evento é chamado de supernova, uma explosão tão brilhante que mesmo ocorrendo a centenas de anos-luz de distância pode ser vista da Terra até mesmo durante o dia.
Ao mesmo tempo em que as camadas externas da estrela são lançadas ao espaço, o núcleo da estrela continua desmoronando já que fusão nuclear que mantinha o equilíbrio de forças não existe mais. A gravidade criada durante esse colapso é tão intensa que os prótons e elétrons se comprimem formando nêutrons e o outrora gigantesco núcleo é reduzido a menos de 10 quilômetros de diâmetro.
 
Para que o leitor tenha possa ter uma ideia da densidade desse núcleo, uma simples caixa desse material pode pesar mais que todo o Sistema Solar junto.




Durante o colapso, o movimento da matéria em direção ao centro faz o objeto girar e quanto mais matéria, mais rápida é a rotação. Esse processo faz os prótons e elétrons ligados à superfície serem arremessados para fora, fluindo através das linhas do campo magnético em direção aos polos norte e sul.
Com o desalinhamento entre o eixo magnético e o de rotação, a estrela de nêutrons emite uma enorme quantidade de radiação pelos polos, que é lançada em diversas direções no Universo. Assim nasce um pulsar. 



Ouvindo Pulsares:
 

Como explicado, um pulsar gira rapidamente. Um típico objeto desse tipo, PSR B0329+54, revoluciona a 1.4 rotações por segundo. Já o pulsar Vela, PSR B0833-45, completa 11 voltas em apenas 1 segundo.
Da mesma forma que um farol de navegação, durante a rotação o feixe eletromagnético de um pulsar também atinge a Terra e pode ser detectado por radiotelescópios, onde cada rotação é registrada como um pulso. Baixe e ouça o som de diferentes pulsares:(A medida RPS é Rotação Por Segundo)


  • Pulsar PSR J0437-4715: 174 RPS


  • Pulsar Vela: 11 RPS


  • Pulsar Caranguejo: 30 RPS 
  • PSR B1937+21: 642 RPS


  • Quando escutei o som de rádio que estas estrelas emitem, fiquei espantado e maravilhado como o universo é belo, concerteza você também irá ficar.


                                                    Fonte:

    Contagem regressiva: Cometa C/2013 A1 se aproxima do planeta Marte

    Estamos a menos de 30 dias para um dos acontecimentos mais aguardados dos últimos meses. No próximo dia 19 de outubro o cometa C/2013 A1 Siding Spring vai praticamente raspar o Planeta Vermelho e poucos pesquisadores se arriscam a afirmar o que pode acontecer. 




























    Embora as chances de colisão sejam infinitamente pequenas, a diminuta distância entre os dois objetos chama muito a atenção. Os cálculos mostram que a distância mínima entre C/2013 A1 e a superfície de Marte será de apenas 134 mil km, com valor mais provável estimado em 136 mil km. Para comparação, a lua marciana Deimos orbita o planeta a 24 mil quilômetros de altitude.

    Os cálculos estão atualmente amparados em 694 dias de observação, o que confere muita precisão ao resultado e praticamente descarta um risco de colisão. No entanto, esses valores se referem à distância do núcleo do cometa em relação à superfície do planeta, mas deixa de lado a enorme quantidade de fragmentos que compõe a cauda e a coma que envolvem o cometa.

    Até o momento, estima-se que a parte principal da cauda passará a cerca de 30 mil quilômetros da superfície, o que significa que somente meteoroides com alta energia e velocidade acima da média, que foram ejetados anteriormente, poderão atingir o planeta e sua luas ou então as espaçonaves em orbita. 































    Até 2013, acreditava-se que Siding Spring produzisse uma grande chuva de meteoros sobre Marte ou representasse alguma ameaça para as sondas em sua orbita. Estudos feitos recentemente mostram, no entanto, que essas possibilidades não são tão grandes, sendo que o risco maior ocorrerá 100 minutos após o ponto da maior aproximação, previsto para as 15h28 BRT de 19 de outubro.
    Siding Spring passará por Marte com velocidade estimada em 56 km/s, ou aproximadamente 200 mil km/h. Ainda não se conhece com precisão o seu diâmetro, mas estima-se que não ultrapasse 800 metros. Caso se chocasse contra a superfície C/2013 A1 liberaria energia equivalente a 20 bilhões de megatons de TNT, abrindo uma cratera que poderia ultrapassar 10 km de diâmetro. 


    http://www.apolo11.com
                                                        Fonte:

    terça-feira, 23 de setembro de 2014

    Conheça 7 das galáxias mais fora do comum no universo até agora



    O universo é bem maior do que podemos imaginar. Além da Via Láctea, existem muitas outras galáxias espalhadas pelo espaço. E, como esses sistemas se originaram de maneiras diversas e são compostos de elementos diferentes, temos galáxias com formatos e cores simplesmente incríveis.
    Formadas por enormes quantidades de gás, poeira, matéria escura e estrelas, reunimos algumas das galáxias mais fora do comum que já foram encontradas no espaço. As imagens são impressionantes e nos fazem pensar sobre a imensidão do universo. Então, conheça um pouco mais sobre essas galáxias mais do que diferente:

    1 - Arp 87

     


    Mais do que uma, a Arp 87 é a união de duas galáxias. Para entender esse processo de formação é importante lembrar que a colisão entre esses sistemas é comum, e uma das principais evidências de que essas duas galáxias entraram em choque é o rastro que existe entre elas. Os especialistas concluíram que elas se encontraram alguns bilhões de anos atrás e a gravidade agiu sobre a matéria conforme elas se afastaram.

    Por esse motivo, é bastante provável que elas voltem a se aproximar e eventualmente se transformem em uma única galáxia. Enquanto isso não acontece, elas estão interligadas por uma linha de estrelas, gases e partículas.


    2 - Galáxia Sombreiro

     

    Como o próprio nome diz, a galáxia tem um formato que lembra o tradicional chapéu mexicano – a protuberância que aparece no meio do sistema e a “aba” lateral que fica ao seu redor nos permite imaginar um sombreiro.

    Mas, ao observar com mais atenção, os especialistas notaram que a galáxia é formada por diversos agrupamentos de estrelas, em vez de um conjunto único e gigante. Porém, eles ainda não sabem explicar como os anéis que formam uma estrutura tão detalhada se desenvolveram. Ainda, há uma grande probabilidade de existir um enorme buraco negro no centro da galáxia.

     

    3 - Centaurus A (NGC 5128)

     

    Apesar de ter um aspecto mais semelhante ao que nos vem à mente quando pensamos em uma galáxia, a Centaurus A tem suas peculiaridades. Se compararmos seu tamanho ao de outras galáxias perceberemos que ela é especialmente grande e os astrônomos já sabem que sistemas dessa magnitude apresentam formas espirais ou elípticas.

    Mas, ao atravessar a poeira e observar a galáxia mais atentamente, os astrônomos descobriram que ela apresenta formas espirais e elípticas ao mesmo tempo – o que é bastante incomum e faz com que essa seja a única galáxia elíptica com braços espirais. A teoria é que a Centaurus A tenha absorvido uma galáxia espiral há milhões de anos, mas esse é só um palpite.



    4 - Messier 83

     

    Também conhecida como “Catavento-do-sul” e “M83”, essa é uma das galáxias mais brilhantes do céu. O sistema foi descoberto há 250 anos, mas foi classificado como uma enorme nuvem de gás até que os especialistas pudessem analisá-la mais de perto.

    Os tons vibrantes de rosa e roxo desse enorme catavento são suas características mais marcantes, além das frequentes explosões de supernovas que foram observadas pelos astrônomos. Atualmente, existem oito supernovas ativas na galáxia e reminiscências de mais de uma centena delas.
    A coloração rosa é resultado direto da formação de novas estrelas no sistema, que liberam uma enorme quantidade de energia UV. Essa energia é absorvida pela poeira e pelos gases que existem ao redor, o que resulta nessa aparência cor-de-rosa. Apesar de seu visual diferente, essa galáxia é considerada por muito uma das mais bonitas do universo.


    5 - NGC 474

     

    Ao observarmos as imagens da NGC 474 é mais fácil nos lembrarmos de criaturas marinhas que vivem lá no fundo dos oceanos do que pensar em uma galáxia. Os astrônomos não sabem ao certo o que pode estar provocando a liberação de uma quantidade tão grande de energia – que é o fenômeno que cria esse visual tão incomum –, mas eles têm duas teorias.

    Primeiramente, acredita-se que as conchas possam ser reminiscências de galáxias menores que foram absorvidas pela NGC 474. Mas os especialistas também acham que elas possam ser o resultado de uma interação com a galáxia que fica logo atrás dela, o que seria um indício de que uma colisão pode acontecer.
    É interessante notar que, por causa dessas estranhas conchas externas da NGC 474, os astrônomos entenderam que as galáxias mais conhecidas apresentam auréolas irregulares como um resultado de colisões com outras galáxias recentemente – considerando a escala de tempo do espaço, é claro.


    6 - NGC 660

     

    A NGC 660 é um tipo raro de sistema conhecido como “galáxia de anel polar”. Para se ter uma ideia, até hoje foram descobertas apenas uma dúzia delas, sendo que os especialistas sabem que existem mais de dez mil galáxias no universo. Essas estruturas são formadas por anéis, estrelas, poeira, detritos e matéria de outras galáxias que orbitam quase que perpendicularmente com relação ao disco central da galáxia.

    E você deve estar se perguntando de onde veio todo esse material. Pois saiba que os especialistas acreditam que ele tenha sido desviado de uma galáxia que passou pela região há muito anos. E, como o anel está consideravelmente afastado no disco galáctico, os astrônomos estão observando atentamente a estrutura para ver como a força gravitacional da matéria escura afeta o disco em uma tentativa de entender mais sobre a própria matéria escura.

     

    7 - Galáxia do Boto (NGC 2936)

     


    Basta olhar para a imagem da Galáxia do Boto para entender por que ela recebeu esse nome. Porém, por mais que seu aspecto realmente lembre o mamífero, muitas pessoas enxergam um pinguim protegendo seu ovo. Independente disso, a verdade é que a estrutura é formada por duas galáxias: o “boto” realmente faz parte da NGC 2936, enquanto o “ovo do pinguim” foi catalogado como Arp 142.
    A parte do boto costumava ser uma galáxia espiral semelhante à Via Láctea, mas as imensas forças gravitacionais da galáxia mais densa que está atrás dela modificaram consideravelmente seu formato. O olho do boto costumava ser o centro do sistema. Os especialistas acreditam que as duas estruturas devem se fundir dentro de bilhões de anos.

     

    Fonte:List Verse 

    Fonte Imagens: Reprodução/NASA

    7 curiosidades que você ainda não sabia sobre a vida de Stephen Hawking


    E não estamos falando apenas de um dos físicos mais geniais de todos os tempos, mas de uma pessoa admirada pela sua inteligência e também por outros fatores, que você vai conhecer agora.
    É bom recapitular um pouco a história de Hawking, responsável por muitos estudos de peso na área da Ciência. Quando tinha apenas 21 anos, ele foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica. A doença foi, gradativamente, paralisando seus músculos de modo que, depois de quase 50 anos de diagnóstico, ele já não tem domínio sobre o próprio corpo.
    Apesar do grave problema de saúde, Hawking nunca deixou de estudar, é doutor em Física, casou-se, tem três filhos e um neto e já recebeu inúmeros prêmios na área científica, além de ser referência quando o assunto é Física e Cosmologia.
    O site How Stuff Works selecionou algumas curiosidades muito interessantes e ainda desconhecidas a respeito desse grande cientista. Confira algumas delas a seguir.

    1 – Um gênio preguiçoso:

     

    Fonte da imagem: Reprodução/Etno

    Parece estranho falar que uma das pessoas mais inteligentes de todos os tempos era um estudante preguiçoso, mas é verdade. Quando tinha 9 anos, ele foi considerado o pior aluno da turma.  Apesar disso, sempre demonstrou interesse pelas coisas, principalmente em descobrir como elas funcionavam de fato. Nessa época, seu apelido era Einstein. Apropriado, não?

     

    2 – Membro de equipe de remo em Oxford:

     

    Fonte da imagem: Reprodução/TheGuardian

    Antes de ter sua doença diagnosticada, Hawking fazia parte de uma equipe de remo em Oxford, o que acabou de vez com a impopularidade do estudante quietinho de Física. O lado ruim é que, uma vez popular, seus hábitos de estudo começaram a diminuir, já que ele treinava seis tardes por semana.

     

    3 – Teoria do Universo sem limites:

     

    Fonte da imagem: Pixabay

    Uma de suas maiores pesquisas diz respeito à teoria de que o Universo é ilimitado. Para explicar isso, Hawking usa como exemplo a própria Terra que, se imaginada em sua forma, não apresenta um começo ou um fim – é tudo uma coisa só. A única diferença é que o nosso planeta é tridimensional, enquanto o Universo se apresenta em 4D.

    Outra teoria a respeito do Universo sem limites é a que relaciona tempo e espaço. Nesse caso, podemos fazer a mesma comparação com a Terra, mas pensando agora em tempo. Einstein já mostrou que tempo e espaço são relativos, mas alguns físicos já conseguiram provar que o Universo está em expansão, o que pode afetar o tempo como um todo. Bizarro?


    4 – Recebeu inúmeros prêmios e nomeações:

     

    Fonte da imagem: Reprodução/Zimbio

    Em 1974, tornou-se membro da Academia Real de Ciência, criada em 1660. Um ano depois, recebeu das mãos do papa uma medalha de ouro em homenagem aos seus estudos científicos. Além disso, foi o ganhador do Prêmio Albert Einstein.

    Seu sucesso como pesquisador acabou rendendo um cargo de professor de Matemática na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, posição que ele manteve por 30 anos. Em 1980 ele foi nomeado comandante do Império Britânico, cargo que é apenas um nível abaixo da condecoração de cavaleiro. Em 2009, recebeu das mãos do presidente Barack Obama uma medalha de liberdade, a mais alta honraria civil concedida pelos EUA. Muitas pessoas acreditam que ele ainda vai ganhar um Nobel.


    5 – Autor de livros infantis:

    Fonte da imagem: Reprodução/Lexile

    Eis uma de suas mais surpreendentes facetas. Poucas pessoas sabem, mas Hawking, com a ajuda de sua filha Lucy, colaboraram com a escrita do livro infantil “George’s Secret Key to the Universe” que, em uma tradução livre, seria “A chave secreta de George para o Universo”. O livro propõe explicar às crianças alguns conceitos importantes da Ciência e, nesse sentido, nenhuma ajuda poderia ser melhor do que a de Hawking.

     

    6 – Acredita que é possível que aliens existam:

     

    Fonte da imagem: Reprodução/Cinemarden

    Não é de se espantar que, após todo o seu estudo a respeito do Universo, Hawking seja constantemente questionado a respeito de vida extraterrestre, e foi durante o aniversário de 50 anos da NASA, em 2008, que ele declarou acreditar na possibilidade de vida em outros planetas além da Terra.

     

    7 – Defensor do turismo espacial:

     

    Fonte da imagem: Reprodução/NewScientist

    Em 2007, Hawking experimentou os efeitos da gravidade zero e, pela primeira vez em décadas, conseguiu sair por alguns instantes de sua cadeira de rodas e até mesmo praticar alguns exercícios. Sua vontade de experimentar esse tipo de efeito ia além da óbvia paixão pelo Universo: ele queria incentivar o aumento de viagens espaciais, bem como a sua acessibilidade. Segundo ele, é importante que os homens possam logo viajar de um planeta para outro, pois no futuro isso pode garantir a sobrevivência da Terra.

     

    Fontes:How Stuff Works
                   MegaCurioso

    sábado, 20 de setembro de 2014

    Cientistas encontram buraco negro gigante em galáxia anã

    Ilustração do buraco negro dentro da galáxia anã

    Um time de astrônomos da ESA encontrou um enorme buraco negro no centro da galáxia conhecida como M60-UCD1. A descoberta faz dela a menor galáxia conhecida a possuir um buraco negro e também a que possui mais área coberta por esse tipo de deformação espaço-temporal.
    “Nós já tínhamos publicado um estudo que sugeria que esse peso adicional poderia vir da presença de buracos negros extensos, mas era só uma teoria”, disse o copesquisador Steffen Mieske. “Agora, ao estudar o movimento das estrelas presentes na M60-UCD1, nós detectamos os efeitos de um grande buraco negro em seu centro”.
    Foi fazendo buscas com o telescópio espacial Hubble e com o telescópio do observatório de Gemini, no Havaí, que os cientistas detectaram a situação inusitada.

     

    Tão pequena e tão grande...




    Através do estudo dessas imagens, os astrônomos puderam determinar que o buraco negro teria a massa de mais de 21 milhões de sóis — cinco vezes mais do que possui o buraco negro no meio da Via Láctea. Porém, ele não representa nem 0,01% da massa total da galáxia.
    “Essas descobertas sugerem que galáxias anãs podem na verdade ser restos despojados de galáxias maiores que foram dilaceradas em colisões com outras galáxias, em vez de pequenas ilhas de estrelas nascidas em isolamento”, disse Anil Seth, líder da pesquisa. “Nós não sabemos de nenhuma outro jeito que possibilite um buraco negro tão grande em um objeto pequeno assim.”
    A distância entre a Terra e a M60-UCD1 é de cerca de 50 milhões de anos-luz e ela possui o diâmetro de apenas 300 anos-luz — 500 vezes menor do que a Via Láctea—, sendo ocupada por 140 milhões de estrelas.
     
    Fontes: Forbes
                  Megacurioso

    segunda-feira, 15 de setembro de 2014

    Como seria se o cometa 67/P estivesse sobre a cidade de São Paulo?

    Crédito: Apolo11.com

    No dia 11 de novembro, a nave europeia Rosetta deverá liberar uma pequena sonda que pousará na estranha superfície do cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko. Com 4 km de comprimento, o cometa virou celebridade e está sendo retratado sobre diversas cidades do mundo.



    Antes que a pequena sonda Philae desça na superfície de 67P, a nave-mãe Rosetta continua orbitando o cometa e coletando diversas imagens que servirão para determinar com exatidão o local de pouso. Alguns possíveis locais já foram divulgados e em alguns dias a Agência Espacial Europeia deverá bater o martelo sobre o local escolhido.
    Enquanto isso não acontece, algumas imagens enviadas pela sonda estão servindo de inspiração e mostram a enorme rocha assentada sobre a paisagem ou sobrevoando o céu de algumas cidades.
    O caminho que percorreu a Sonda Rosetta.
    Toronto, no Canadá e Los Angeles, nos EUA, são duas delas.
    O Apolo11.com também resolveu entrar no jogo e para brincar um pouco com a imaginação retratou o cometa acima da cidade de São Paulo. Não é uma montagem maravilhosa, mas dá pra ter uma ideia de como seria a paisagem da capital paulista se 67P/Churyumov–Gerasimenko fizesse parte do cenário.
    Na cena vemos 67P acima no horizonte da cidade, praticamente margeando o Rio Pinheiros e suas marginais. Em primeiro plano vemos a famosa Ponte Estaiada, que em um cenário hipotético serviria de caminho para a visitação turística à grande rocha espacial. 


    Crédito e Fonte: 

    http://www.apolo11.com/cometa_73p.php?titulo=Como_seria_se_o_cometa_67/P_estivesse_sobre_a_cidade_de_Sao_Paulo_&posic=dat_20140829-105454.inc

     

    O Bóson de Higgs e a teoria sobre o apocalipse cósmico












    De acordo com o Discovery News, caso os cálculos sobre o 
    Bóson de Higgs — descoberto no ano passado — estejam corretos, dentro de alguns bilhões de anos o Universo desaparecerá com a velocidade da luz. E os cientistas acreditam que ele não só vai ser destruído, juntamente com tudo o que existe, como também que será substituído por uma dimensão alternativa bem sem graça.
    As análises para que os físicos tenham absoluta certeza de que a partícula detectada realmente seja o Bóson de Higgs continuam, e até o momento não foram encontrados indícios que contradigam a descoberta. Mesmo assim, os cientistas precisam se certificar de que a partícula sem carga, sem spin e com uma massa de 126 bilhões de elétron-volts não é uma impostora, e sim a partícula elementar que serviria para explicar a origem da massa de todas as demais partículas elementares.

    Futuro crítico:

     
    Fonte da imagem: Reprodução/Discovery News

    Entretanto, segundo os físicos o número “126 bilhões de elétron-volts” é uma cifra bastante crítica quando se trata do futuro do Universo. Aparentemente, se empregarmos toda a física conhecida até agora e fizermos alguns cálculos — bem, nós não, mas os físicos teóricos maluquinhos! —, o resultado indica que o Universo é, na verdade, instável e que, dentro de alguns bilhões de anos, ele deverá desaparecer.
    Esse evento estaria relacionado com o campo energético do Bóson de Higgs, o qual os físicos acreditam estar presente em todo o Universo. Para realizar o cálculo, é necessário saber a massa do Bóson na proporção de 1%, assim como a massa exata de outras partículas subatômicas.

    Universo alternativo:

     

    Fonte da imagem: shutterstock

    De acordo com os físicos, basicamente o Universo um dia pode vir a mudar de estado, e quando isso ocorrer, um universo alternativo surgirá na forma de uma pequena bolha que, então, se expandirá destruindo tudo o que existe.

    Tudo pode não passar de uma assustadora coincidência cósmica, mas, caso os cálculos estejam corretos, não há nada que possamos fazer para parar o processo. Além disso, não adianta se preocupar muito também. Caso o tal do fim do Universo realmente ocorra, nenhuma forma de vida sequer verá o apocalipse chegando, e claro na velocidade da luz nem dor sentiríamos.



    Fontes: Discovery News
                   Megacurioso

    sábado, 13 de setembro de 2014

    Cientistas pretendem descobrir se vivemos em um Universo holográfico e bidimensional



    Pode parecer papo de louco, mas a ideia de que o Universo não passa de uma enorme projeção é uma questão levada muito a sério pelos físicos, e uma simulação realizada por cientistas da Universidade Ibaraki, no Japão, inclusive parece apresentar evidências de que todos vivemos em um holograma. Chocante,Não!

    Na verdade, essa teoria foi apresentada no final da década de 90 — bem antes do estudo dos japoneses — e, por mais maluca que pareça, ajudou a explicar algumas incompatibilidades entre a teoria da relatividade de Einstein e a física quântica. Basicamente, enquanto a teoria da relatividade governa questões na escala de planetas e galáxias e a física quântica governa questões em escala subatômica, o princípio holográfico unifica as duas.

    Universo holográfico:

     

    De acordo com o site Motherboard, pesquisadores do governo dos EUA iniciaram uma série de experimentos que, segundo acreditam, poderão ajudar a determinar se tudo o que existe — eu, você, os planetas e todas as coisas do Universo — se encontra em um cosmos holográfico de duas dimensões.

    Trocando em miúdos, os pesquisadores querem descobrir se a nossa realidade não é igual à de personagens de TV que existem em um mundo aparentemente tridimensional, mas que, na verdade, apenas existem em um mundo de duas dimensões sem ter consciência disso. É mais ou menos por aí!


    Conforme explicou Craig Hogan, diretor do Fermilab, renomado laboratório especializado no estudo da física de partículas de alta energia, é possível que toda a informação a respeito de tudo o que existe no Universo esteja codificada em pequenos pacotes de dados — pense em bits de computador — em duas dimensões.
    Segundo Hogan, há milhares de anos existe a ideia de que o espaço é feito de pontos e linhas. Contudo, é possível que essa noção esteja equivocada, e que o cosmos seja feito de ondas, da mesma forma que a matéria e a energia. Em outras palavras, isso significa que é possível que o Universo não seja inteiramente definido.

    Pixels:

    Hogan faz uma analogia com os pixels de uma foto para explicar essa ideia: de longe vemos uma imagem, mas, se nos aproximarmos o suficiente, começamos a enxergar os pontinhos que compõem o todo, e a figura parece menos definida.

    Para o cientista, é possível que a mesma ideia se aplique a tudo o que existe, ou seja, se observamos a matéria bem de perto, além do nível subatômico, talvez descubramos que o Universo também é pouco definido e esteja em constante e leve movimento, e toda a informação sobre ele esteja contida em pequenos pixels trilhões e trilhões de vezes menores do que um átomo.
    E se toda a informação está contida em um sistema quântico, aquele dos pixels trilhões de vezes menores do que átomo, então cada “bit” deve apresentar as mesmas flutuações que fazem o cosmos vibrar e se tornar agitado, alterando tudo o que existe à sua volta. Pois é... pura maluquice.


    Experimentos:

     

    Os experimentos iniciados pelos norte-americanos visam determinar se o Universo existe da forma como descrito acima. Para isso — que mais parece uma missão impossível! —, os pesquisadores realizarão testes em um laboratório do Fermilab chamado Holômetro, equipado com dois aparelhos chamados interferômetros capazes de emitir lasers superpoderosos (com a potência de 200 mil daquelas canetas laser).

    Os dois interferômetros ficam posicionados lado a lado e lançam feixes de luz direcionados a um instrumento que divide os lasers e os direciona a duas espécies de braços com 40 metros de comprimento posicionados perpendicularmente. A luz é então refletida de volta ao instrumento que as dividiu, e os feixes se recombinam, criando flutuações na luz caso exista algum movimento.
    Depois, os pesquisadores liderados por Hogan devem comparar os feixes para conferir se ocorreu alguma interferência. E, se detectarem alguma interferência, dependendo de sua natureza, isso pode significar que eles encontraram um sinal das flutuações provocadas pelo sistema quântico — e que o cosmos não é inteiramente definido. Ou, quem sabe, que vivemos em um Universo como o do filme “Matrix”?


    Possíveis implicações:

     


    Segundo os pesquisadores, caso seja comprovado que realmente estamos vivendo em um holograma, a conclusão que podemos tirar disso é que a realidade é composta por uma quantidade limitada de informações. Seria algo como estar assistindo a um filme através da TV a cabo, mas a provedora do sinal não oferece banda suficiente para a exibição: as imagens aparecerão pouco definidas e com alguma perturbação.
    Assim, na nossa realidade, nada existirá de forma completamente estática, mas sempre apresentando um pouco de movimento. De momento, os testes apenas começaram e os primeiros resultados devem ser divulgados dentro de um ano. Agora é esperar...

    Fonte(s):Fermilab 
                    Megacurioso
     
    Imagens: Fermilab
                      Motherboard 
                      University of Toronto

    quinta-feira, 11 de setembro de 2014

    Novos telescópios da NASA pretendem encontrar alienígenas dentro de 15 a 20 anos


    Mesmo que até o momento não haja provas concretas de que existe vida fora da Terra (embora evidências indiquem essa possibilidade sejam grandes), isso não quer dizer que a NASA vai desistir de procurá-las. Durante um painel apresentado recentemente, a organização afirmou que pretende atingir esse objetivo em aproximadamente 20 anos — algo que vai se tornar possível graças ao uso de telescópios com novas tecnologias.


    Um módulo de espelho do Telescópio James Webb.

    Enquanto projetos recentes como o Kepler, a busca por energia negra e o “Very Large Telescope” conseguiram detectar planetas extremamente distantes com atmosferas próprias, astrônomos esperam quebrar essa barreira em um futuro próximo. Entre as novidades que chamam a atenção nesse sentido está o “Transiting Exoplanet Surveying Sattelite” (TESS) e o Telescópio Espacial James Webb, que devem ser lançados em 2017 e 2018, respectivamente.

    James Webb ficará a uma distância de 1 milhão e 500 mil KM.
    Feitos especificamente para o estudo de planetas, esses aparelhos vão procurar por elementos como água e gases com o dióxido de carbono — possíveis indicadores de vida. Segundo o astronauta Charles Bolden, “é muito improvável que os humanos estejam sozinhos na vastidão ilimitada do universo”.
    Comparação com o espelho primário do Telescópio Hubble com o Telescópio James Webb, com o tamanho gigante, o telescópio James Webb verá muito além do Hubble.

    Obviamente, há quem discorde dessa ideia e acredite que há pouca probabilidade de haver qualquer espécie de forma de vida alienígena. Muitos cientistas acreditam que as circunstâncias que levaram ao surgimento da vida na Terra são bastante raras e desafiam probabilidades que têm poucas chances de se provarem verdadeiras em outro local.

    Tamanho em escala do Telescópio Espacial James Webb, pequeno,não! Não é qualquer um foguete que conseguirá levá-lo.

    Fonte: Engadget
    Imagens: NASA

    Asteroide que desafia as leis da Física pode destruir a Terra em 2880?


    Um asteroide visto pela primeira vez na década de 1950, o 1950 DA, pode acabar com a Terra daqui a 866 anos, no dia 16 de março de 2880. A chance de colisão é pequena – apenas 0,3%  –, mas o que chama mesmo atenção são as características do corpo celeste, que parece desafiar as leis da Física.

    De acordo com uma equipe de pesquisadores da Universidade de Tennesse, nos EUA, o asteroide monstro mede cerca de 1.000 metros de diâmetro e possui uma velocidade de rotação absurda: ele dá uma volta completa ao redor de si mesmo a cada duas horas e seis minutos, suficiente para que ele se desintegrasse. Inclusive, o 1950 DA gira tão rápido que chega a apresentar gravidade negativa na altura de seu equador. Se por acaso um astronauta desavisado tentasse chegar até sua superfície, ele seria arremessado para o espaço.

    A região onde tem a gravidade negativa é essa vala no meio do asteroide.

    Mas como o asteroide permanece intacto e não se desintegra, como seria o esperado? Segundo os cientistas, estudos para determinar a temperatura e a densidade do 1950 DA levaram à conclusão de que ele apresenta forças coesivas – conhecidas como “forças de van der Waals” –, as quais possibilitam que suas moléculas fiquem unidas.
    “Se apenas a gravidade estivesse segurando esse monte de pedras juntas, como geralmente acontece, elas iriam sair voando cada uma para um lado. Portanto, forças coesivas inter-partículas devem estar mantendo a união”, explicou o pesquisador Ben Rozitis. Esse tipo de forças coesivas já foi estimado matematicamente em asteroides pequenos, mas ainda não há uma prova definitiva de que elas realmente existam. “Entender o que segura esse asteroide intacto pode ajudar a desenvolver estratégias para evitar futuros impactos”, completou o cientista.



    A pesquisa também mostra que algumas técnicas para tentar destruir o asteroide podem causar efeitos ainda piores. Por exemplo, colocar um objeto de grandes proporções no caminho do 1950 DA interferiria nas forças coesivas, fazendo com que o corpo celeste se dividisse em vários asteroides menores que também poderiam se chocar contra a Terra.

    Neste gráfico temos as principais informações se o impacto ocorrer: O tamanho do buraco deixado pelo impacto do asteroide; A velocidade da onda do mar; A altura da onda do Mar.Claro, se isso vier a acontecer.
    Estima-se que o asteroide cairia por aqui com uma velocidade de 60 mil quilômetros por hora, causando uma explosão com força de 44,8 mil mega-toneladas de TNT – quase 2 milhões de vezes mais do que a bomba atômica de Nagasaki. Embora a probabilidade de choque contra a Terra seja de apenas 0,3%, isso significa que o corpo possui um risco de impacto 50% maior do que os outros asteroides.


    Apesar dos números espantosos, os cientistas afirmam que não há por que se preocupar. Caso se mostre necessário desviar a trajetória do 1950 DA, temos tempo suficiente para utilizar um método simples como cobrir a superfície com pó de carvão ou giz – isso mudaria sua refletividade e permitiria que a luz do sol tirasse o corpo celeste do caminho da Terra.

    Via  EmResumo

    NASA descobre planeta do tamanho da Terra onde existe chance de haver vida




    Através do telescópio espacial Kepler, a NASA já foi capaz de identificar alguns planetas possivelmente habitáveis. Mas eventualmente havia uma característica ou outra que poderia diminuir as chances de encontrarmos vida fora da Terra. Porém, ontem (17) a agência espacial divulgou a notícia de que o telescópio encontrou um planeta muito semelhante à Terra.
    A NASA revelou que o Kepler-186f é o primeiro planeta confirmado a ter o tamanho da Terra e estar localizado na zona habitável de outra estrela. Isso significa que o novo astro tem o tamanho ideal e a distância certa de seu sol para que ele possa apresentar características similares às de nosso planeta – ou seja, uma composição rochosa e água em estado líquido na superfície.

     

    Um primo da Terra:


    Essa descoberta é resultado da análise de dados que foram coletados pelo Kepler entre março de 2009 e maio de 2013. Nesse período, os outros planetas descobertos eram muito grandes (o que seria um indício de sua composição gasosa) ou estavam perto ou longe demais da estrela mais próxima (o que dificultaria a existência de água na superfície).
    Ainda, os planetas anteriormente encontrados em zonas habitáveis eram 40% maiores do que a Terra. Por outro lado, o Kepler-186f tem uma diferença de apenas 10% com o nosso planeta. Além disso, os cientistas já sabem que o astro leva 130 dias para completar a órbita em torno de sua estrela e recebe um terço a menos de luz do que a Terra.

    Os pesquisadores também observaram que o Kepler-186f orbita uma estrela anã-vermelha, que é menor, mais fria e menos brilhante do que o sol. Ainda, sabe-se que o novo planeta – que, por causa das diferenças, está sendo considerado mais um primo do que um irmão gêmeo da Terra – está a 500 anos-luz de distância.

     

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    Novas investigações:

    “Estar na zona habitável não significa que o planeta é habitável. A temperatura no planeta depende muito do tipo de atmosfera que ele tem”, explica Thomas Barclay, pesquisador do Bay Area Environmental Research Institute.
    Contudo, a atmosfera do Kepler-186f ainda é desconhecida. O telescópio espacial não possui tecnologia suficiente para detectar se as condições atmosféricas são ideais para a presença de água e para que as temperaturas sejam toleráveis para haver vida da maneira que conhecemos. Uma análise mais detalhada do astro será feita pelo telescópio espacial James Webb, que deve ser colocado em órbita em 2018.
    “A revelação do Kepler-186f é um passo significante em direção à descoberta de outros planetas como a Terra. Futuras missões da NASA (...) descobrirão os exoplanetas rochosos mais próximos e determinarão sua composição e as condições atmosféricas, dando continuidade à busca da humanidade por outros mundos como a Terra”, comenta Paul Hertz, diretor da divisão de astrofísica da sede da NASA em Washington.
     
    Fonte: NASA

    segunda-feira, 8 de setembro de 2014

    30 imagens de admirar junto com a natureza, a Superlua ao redor do mundo




    A superlua acontece quando duas coisas distintas coincidem: a Lua atinge seu estágio mais iluminado (a famosa Lua cheia) aproximadamente ao mesmo tempo em que chega ao ponto mais próximo da Terra em sua trajetória ligeiramente oval em torno de nosso planeta.

    Essa aproximação é chamada de perigeu, e por isso o fenômeno é conhecido entre os astrônomos simplesmente como “Lua cheia no perigeu”. Eis que os astrólogos, sempre com aquele charme sedutor, deram a ela o nome popular que hoje está na boca do povo: superlua.

    E o que ela tem de super? Bem, como está um pouco mais próxima de nós, ela aparece no céu proporcionalmente maior. Não é muita coisa. Entre uma Lua cheia no apogeu (cerca de 405 mil km de distância) e uma no perigeu (aproximadamente 360 mil km de distância), o aumento de tamanho é de 14% (com aumento de brilho de 30%).

    Ainda assim, é uma coisa bonita de se ver. Sem saber de nada, você poderia olhar e simplesmente notar como a Lua está de algum modo um pouco diferente, mais formosa que o usual.

    Fato: a superlua jamais aconteceria se a órbita lunar fosse um círculo perfeito — como a humanidade imaginou durante milênios, erradamente. Desde os gregos antigos, cultivou-se a noção de que a circunferência era a mais bela e perfeita das formas geométricas.

     

    COMO OBSERVAR:

    Não tem segredo. Basta procurar a Lua no céu, e a vista desarmada basta para vê-la de forma esplendorosa. (Binóculos, claro, agregam valor ao camarote.) Recomenda-se que se faça isso entre as 18h e as 20h, quando ela está mais baixa no céu, na direção do leste. Isso, apenas por uma questão de deleite: ao ser observada em proximidade a objetos de tamanho conhecido no horizonte, ela parece maior — por uma ilusão de óptica ainda não totalmente compreendida, que se soma ao efeito de refração atmosférica para aumentar seu tamanho aparente. Caso lhe falte o horizonte leste, não se preocupe. Ela atravessará o céu durante a madrugada e só se esconderá no oeste por volta das 6h da manhã.

    Para os aficcionados por horários e datas exatos, a Lua atingiu o perigeu exatamente as 00h30 minutos desta segunda-feira 8/09/2014, chegando a uma distância mínima de 358.387 km da Terra (na média, ela fica a cerca de 384 mil km). E o momento exato da Lua cheia acontece às 22h39 desta segunda.

    A próxima superlua será na Segunda-feira, 28 de Setembro de 2015, a uma distância de aproximadamente, 356,876 km.



    Enquanto a próxima SuperLua não chega, vamos admirar as melhores imagens ao redor do mundo juntos, com esta maravilha da natureza ao fundo:

    Rio de Janeiro (Brasil)

     


     

    Brasília (Brasil)

     

    Cidade do México (México)

     

    Mosta (Malta)

    Midna (Malta)

     

    Havana (Cuba)

     

    Bangkok (Tailândia)


    Manila (Filipinas)


    Hwaseong Fortress (Coreia do Sul)


    Cabopino (Espanha)


    Málaga (Espanha)

     

    Madri (Espanha)

     

    Moscou (Rússia)

     

    Tóquio (Japão)

     

    Sydney (Austrália)

     

    Berlim (Alemanha)

    Zenica (Bósnia e Herzegovina)

    Las Vegas (Estados Unidos)

     

    Nova York (Estados Unidos)





     Virginia (Estados Unidos)

     Washington DC (Estados Unidos)

     

    Florida (Estados Unidos)

    Trento (Itália)

     

    Atenas (Grécia)

    Glastonbury (Reino Unido)

     

    Praga (República Tcheca)

     


    Fonte: http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/2014/09/08/a-ultima-superlua-de-2014/