domingo, 2 de março de 2014

O Planeta está esfriando.


Ninguém pode descordar sobre as alterações climáticas que andam ocorrendo, mas segundo o colunista do Telegraph, Christopher Booker, elas não tem nada haver com o aquecimento global. Pois a terra está esfriando, segundo sua opinião.

Christopher citou as seguintes justificativas para comprovar sua teoria.

- 2008 a temperatura caiu de maneira totalmente imprevisível ao longo do ano. Canadá e EUA tiveram a maior nevasca desde 1996. Segundo sua análise.

- Pesquisas mostram que as temperaturas mais quentes ocorreram a 1.000 anos atrás, no período medieval.

- E que a década mais quente do século 20 não foi a década de 90, mas sim a década de 30.

- O site da Crysophere Today, relatam que o gel Ártico está superior ao mesmo período no ano passado. E além disso, o gelo antártico está aumentado desde 1979 e que o número de Urso Polar também está em nível recorde.

- Relatório do Programa das Nações Unidas alegou que a causa do derretimento do gelo nos Himalaias não foi o aquecimento global, mas sim, o efeito do aquecimento local que ocorreu através de uma “nuvem marrom atmosférica”. Causada pela queima de combustíveis fósseis e ao desmatamento.

Fonte:
http://www.nutricy.com/o-planeta-esta-esfriando/

Cientistas vão criar o ponto mais frio do Universo conhecido.


O Universo está congelando. Em pontos como na Nebulosa do Bumerangue, a temperatura cai e chega a 1 Kelvin, pouco acima do zero absoluto. Mas se os cientistas da NASA estiverem no caminho certo, o Universo conhecido terá um novo ponto mais frio, e será dentro da Estação Espacial Internacional.

O Cold Atom Lab será um refrigerador atômico que visa chegar a temperaturas ainda não estudadas, como 100 pico-Kelvin. Isso significa um décimo de bilionésimo acima do zero absoluto, ponto em que o movimento da matéria para completamente. Em teoria, claro. Nessa temperatura ridiculosamente frígida, a matéria deve parar de ser um gás, líquido ou sólido e assumir um estado totalmente quântico. Como alguém pode não querer estudar isso?

Infelizmente, vamos ter que esperar um pouco para isso. O módulo de ciência para o Cold Atom Lab não deve ser lançado em órbita antes de 2016, e devido aos efeitos da gravidade, ele não deve fazer muita coisa por aqui. Mas, assim que estiver em ação, espere resultados sensacionais.

Fonte:
http://gizmodo.uol.com.br/cientistas-vao-criar-o-ponto-mais-frio-do-universo-conhecido/

NASA acaba de encontrar os dois planetas mais perfeitos para se existir vida.


Você já sentiu como se estivesse sozinho neste grande universo? Não se sinta mais assim. A NASA acaba de descobrir dois planetas que preenchem quase todas as condições necessárias para ter vida como a conhecemos. E de acordo com William Borucki, cientista-chefe no telescópio Kepler da NASA, estas são as melhores apostas que já encontramos.

Em dezembro, astrônomos descobriram um planeta potencialmente habitável no sistema planetário Tau Ceti. No entanto, sua órbita curta ao redor da estrela poderia impedir a existência de vida por lá.

Mas os novos planetas em potencial, a cerca de 1.200 anos-luz de distância de nós, tem todos os ingredientes certos para criar a sopa primordial da vida.

Os planetas, Kepler-62-e e Kepler-62-f, giram ao redor de sua estrela (uma anã laranja) em órbitas relativamente próximas, pelo menos quando comparado à Terra e Marte. E, de acordo com Borucki, Kepler-62-f deve ser um planeta rochoso com água líquida, enquanto seu irmão mais distante seria totalmente coberto por um oceano.

Os pesquisadores estão, em geral, esperançosos. De acordo com David Charbonneau de Harvard, um dos coautores do estudo:

Este é o primeiro caso que me fez pensar: “Hum, o Kepler-62-f realmente pode ter vida.” Esta é uma barreira muito importante que foi atravessada. Por que ele não teria vida?

Os planetas orbitam uma estrela que é 2,5 bilhões de anos mais velha do que nosso Sol. Por isso, Borucki acredita que, se houver vida neles, a vantagem inicial poderia significar uma civilização muito mais avançada que a nossa.

Agora é torcer que eles estejam à procura de amigos: a sonda Voyager 2, no espaço há 35 anos, só percorreu 0,002 anos-luz. Os planetas estão a 1.200 anos-luz de distância, então chegar até eles não será fácil. Talvez eles cheguem até nós?

Astrônomos anunciam o menor planeta já descoberto, para desgosto de Plutão.

Ele fica em um novo sistema planetário chamado Kepler-37, centrado em uma estrela semelhante ao nosso Sol, a cerca de 210 anos-luz da Terra, na constelação de Lira.

De acordo com as observações do telescópio Kepler, o planeta “é um pouco maior do que a nossa Lua, medindo cerca de um terço do tamanho da Terra. Ele é menor do que Mercúrio.”

Cientistas da Nasa na missão Kepler dizem que esta descoberta foi um grande desafio. Inicialmente, os primeiros exoplanetas descobertos eram gigantes, mas, à medida que se refina a tecnologia e o processo de pesquisa, eles conseguem detectar planetas cada vez menores. O Kepler-37b, como este pequeno planeta é chamado, tornou-se o auge dessa busca por planetas pequenos.


De acordo com os astrônomos do Laboratório de Propulsão a Jato, “enquanto a estrela Kepler-37 pode ser semelhante ao nosso sol, o sistema parece bem diferente do sistema solar em que vivemos”.

Os astrônomos acreditam que o Kepler-37b certamente possui composição rochosa, mas não tem atmosfera nem pode ter vida como a conhecemos. Enquanto isso, o Kepler-37c – o planeta vizinho mais próximo – é um pouco menor do que Vênus, medindo quase 3/4 do tamanho da Terra. O Kepler-37d, planeta mais distante, tem o dobro do tamanho da Terra.

Há mais nesta descoberta do que apenas uma busca por planetas menores. Jack Lissauer, cientista planetário no Ames Research Center da NASA, dizer que o Kepler-37d “sugere que esses planetas pequenos são comuns, e mais maravilhas planetárias nos aguardam enquanto continuamos a reunir e analisar dados adicionais”. Thomas Barclay, autor do estudo e cientista da missão Kepler, concorda:

"Nós descobrimos um planeta menor do que qualquer outro em nosso sistema solar, que orbita uma das poucas estrelas que é tanto brilhante como tranquila, onde a detecção do sinal é possível. Esta descoberta mostra que planetas próximos de uma estrela podem ser menores, assim como muito maiores, do que os planetas que orbitam o nosso sol."

O mistério do planeta mais escuro já encontrado.


Seu nome oficial é TrES-2b, mas acho que podemos apelidá-lo de Mordor. De acordo com os cientistas, ele fica tão perto de suas estrelas que sua atmosfera queima a mil graus Celsius. Mas, por alguma razão misteriosa, o planeta absorve quase 100% da luz:

"O TrES-2b é consideravelmente menos refletivo do que a tinta acrílica preta, transformando-o no mundo perfeito para os aliens."

Essas são palavras de David Kipping, do Centro de Astrofísica da Harvard-Smithsonian, um dos autores do estudo sobre o planeta, localizado a 750 anos-luz da Terra.

Mordor – que é do tamanho de Júpiter e que fica a apenas 4,8 milhões de quilômetros de sua estrela — é o planeta mais escuro já descoberto. O coautor da publicação, David Spiegel, diz que, apesar da presença de substâncias de luz absorvida, como sódio vaporizado e óxido de potássio ou titânio, eles não sabem por que ele é tão “extraordinariamente escuro”:

Não está claro qual fato é responsável por fazer este planeta tão extraordinariamente escuro, mas no entanto não completamente breu. Ele é tão quente que emite um tênue brilho vermelho, bem como uma brasa ou as bobinas de um fogão elétrico.

Fantástico vídeo mostra como é voar por cima da Terra de noite


A Estação Espacial Internacional (EEI), que é soma de projetos das principais agências espaciais do mundo, é um laboratório espacial em movimento que dá 15 órbitas no planeta por dia. Atualmente, ela circula em uma altura pouco elevada (340 quilômetros da Terra), o que permitiu capturar imagens fantásticas, compiladas em um vídeo com pouco mais de dois minutos.

A câmera da EEI, que mostra um voo panorâmico feito sobre o planeta à noite, captou imagens com detalhamento impressionante. É possível observar claramente as luzes da cidade, além de fenômenos naturais como milhares de raios estourando em meio às nuvens, como flashes, ou a aurora boreal causada pelo vento solar e retratada em magníficos tons de verde próxima aos polos.

De vez em quando, as imagens recebem cortes porque o satélite se aproxima da metade da Terra iluminada pelo sol naquele momento, o que gera um clarão. No canto do vídeo, é possível observar também os painéis solares da EEI.

Então, como é morrer perdido no espaço?


Humanos não conseguem sobreviver no vácuo do espaço. Pelo menos não por muito tempo. Mas como seriam esses 14 segundos entre a vida e a morte no meio do nada? Nada engraçado, pode apostar.

Isso é o que acontece, segundo a NASA:

"No Centro de Naves Espaciais Tripuladas da NASA (hoje conhecido como Centro Johnson Space) nós tivemos uma cobaia acidentalmente exposta próxima ao vácuo do espaço (menos de 1 psi) em um incidente que envolveu uma roupa espacial furada na câmara de vácuo, em 1965. 

Ele continuou consciente por cerca de 14 segundos, o tempo necessário para o oxigênio privar o sangue de ir dos pulmões ao cérebro. O traje provavelmente não atingiu o vácuo máximo, e nós começamos a repressurizar a câmara em 15 segundos. 

Ele recuperou a consciência a cerca de 15.000 pés de altitude equivalente na simulação. Mais tarde, a cobaia relatou que ela conseguia ouvir o ar indo embora, e que sua última memória consciente era de que a água em sua língua começava a borbulhar."

Dica de Stephen Hawking sobre contatar aliens: Melhor não contatar aliens.


Stephen Hawking, um cientista brilhante, tem uma mensagem simples para a humanidade quando se trata de contatar o E.T.: melhor não falar com ETs. Ele tem uma visão pessimista sobre extraterrestres, onde ele avisa que nós seríamos os índios e os aliens seriam Cristóvão Colombo.

Desagradável, mas realista, a mente matemática de Hawking, especialmente se olharmos para nós mesmos quando imaginamos como seria a aparência de um ET e como ele iria se comportar.

"Nós teríamos que olhar para nós mesmos para ver como vida inteligente pode se desenvolver em algo que não queremos encontrar. Eu imagino que eles existam em naves gigantescas, e tenham consumido todos os recursos do planeta natal deles. Esses aliens avançados iriam se tornar talvez nômades, procurando conquistar e colonizar todo e qualquer planeta que eles possam alcançar." Ele conclui que tentar fazer contato com raças alienígenas é "um pouco arriscado demais". Ele disse: "Se alienígenas um dia nos visitarem, eu acho que o resultado seria parecido com quando Cristóvão Colombo desembarcou na América, o que acabou não sendo muito bom para os índios americanos".

Felizmente, este é o cenário pessimista, já que Hawking teoriza que a maior parte da vida extraterrestre seriam micróbios ou outras formas simples — semelhante aos tempos primordiais da Terra, centenas e centenas de milhões de anos atrás.

Será que nossas ondas de rádio já alcançaram planetas alienígenas?


Na imagem (uma representação artística da Via Láctea feita por Nick Risinger), um pequeno ponto azul mostra o provável alcance das ondas de rádio que começaram a ser emitidas por nós há cerca de cem anos. Pode não parecer, mas o ponto representa uma área circular de aproximadamente 200 anos-luz de diâmetro.

Com o passar do tempo, as ondas de rádio vão perdendo força até que as mensagens que carregavam “se percam” e o som seja praticamente impossível de ser distinguido da radiação emitida por corpos celestes – se algum alienígena captá-las, provavelmente vai achar que é algum ruído de equipamento.

Em resposta à angústia do autor da representação (que se sentiu “pequeno” diante da imensidão da nossa galáxia), o usuário johnohara escreveu a seguinte mensagem no fórum Hacker News: “Eu sou grato por viver em uma época em que posso usar uma invenção humana para ver imagens, obtidas com outras invenções humanas, de galáxias a 13,5 bilhões de anos-luz que provavelmente não existem mais, e também por ter conhecimento o suficiente para me sentar e calcular quantas milhas essas partículas de luz viajaram. Aristóteles, César, Da Vinci, Newton, Kepler, Napoleão, Faraday e Einstein nunca viram o que estou vendo em meu computador. Triste? Não: privilegiado”.


Fonte: http://news.ycombinator.com/item?id=2185773