domingo, 29 de dezembro de 2013

A cauda do nosso sistema solar
















Os cientistas sabiam que havia algo lá, mas não tinham visto esse “algo” até agora: trata-se da cauda do sistema solar, avistada pelo satélite Interstellar Boundary Explorer (IBEX), da NASA.
Sim, nosso sistema solar definitivamente tem uma cauda, e ela parece tomar a forma de um trevo de quatro folhas em 3D. É formada pela combinação de partículas rápidas e lentas que se arrastam atrás de nós com o vento solar da heliosfera – a bolha de partículas que envolve o sistema solar.






Anteriormente, cientistas já haviam conseguido detectar caudas em torno de outras estrelas, como estas:











As partículas que compõem essa cauda recém-encontrada não brilham, o que dificultou muito a captação de imagens. O IBEX conseguiu a façanha ao utilizar imagens de átomos neutros energéticos – medindo as partículas neutras que resultam de colisões de átomos e partículas ao longo dos limites da heliosfera.
“Muitos modelos nos diziam que essa cauda poderia ser de uma forma ou de outra, mas não tínhamos obtido nenhuma observação para termos certeza. Nós sempre projetávamos imagens nas quais a cauda da heliosfera caía para fora da página, uma vez que não conseguíamos nem especular como ela realmente parecia”, conta o pesquisador David McComas.
Ainda resta um mistério para o pessoal da Nasa desvendar: os cientistas ainda não têm certeza até que ponto a cauda se estende.
Fonte:[Phys e PopSci]

A cada dia nós seres humanos estamos encontrando o nosso lugar no universo e desvendando mistérios. Nós somos curiosos, está no nosso DNA, um dia se o ser humano parar de tentar descobrir coisas novas, perderíamos o sentido da nossa existência.
Rafael Lobato

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Os cálculos batem: nosso universo pode ser um holograma

Tudo o que você vê, ouve, toca ou cheira pode ser fruto das vibrações de cordas infinitamente finas que existem em um mundo de dez dimensões. Uma espécie de holograma – enquanto o mundo “real” seria um cosmo de uma dimensão e sem gravidade, ditado pelas leis da física quântica.
Foi o físico teórico Juan Maldacena, que propôs o modelo em 1997.
Complexo (especialmente para quem não é da área), esse modelo pode ajudar a resolver incoerências entre a física quântica e a teoria da relatividade de Einstein, facilitando o diálogo entre físicos e matemáticos.
Apesar de sua importância, ao longo de mais de quinze anos a proposta de Maldacena permaneceu sem comprovações consistentes. Pensando nisso, o físico Yoshifumi Hyakutake, da Universidade de Ibaraki (Japão), reuniu uma equipe para colocar o modelo a prova.
Por meio de simulações computacionais de alta precisão, os pesquisadores calcularam a energia interna de um buraco negro e a energia interna de um cosmo sem gravidade (que é parte fundamental do modelo de Maldacena). Os dois cálculos batem.
Isso traz evidências de que há coerência entre o modelo teórico e o nosso universo percebido, apesar das diferenças, e dá base para expandir teorias da física quântica. 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Astrônomos observam enorme explosão cósmica

supernova thumb Astrônomos observam enorme explosão cósmica

Uma supernova poderosa em uma galáxia distante produziu a maior explosão de raios gama já detectada.
Referido por cientistas como "o monstro", a enorme explosão foi pega por telescópios na primavera passada e é o mais poderoso já registrado.
Localizado em uma galáxia há 3,7 bilhões de anos-luz de distância, o evento foi saudado como um "evento cósmico do século" pelo astrofísica chefe da NASA Paul Hertz, que falou sobre a sua descoberta recentemente.
Explosões de raios gama são normalmente produzidos quando uma estrela massiva morre e cai em um buraco negro, um evento que gera uma enorme explosão conhecida como supernova.
Se algo assim surgisse em nosso sistema estelar próximo, dentro de nossa própria galáxia, então significaria a morte certa para o nosso planeta, no entanto, felizmente, as chances de isso acontecer são estimados em menos de 1 em 10 milhões.
"Estas são as explosões realmente puras", disse o físico de Stanford Peter Michelson. "Se você gosta de fogos de artifício, estes são os maiores que existem."

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Tecnologia Espacial: Tudo pronto para a China pousar na Lua

Se tudo correr como o planejado, o módulo lunar Chang'e 3 deverá pousar na superfície da Lua na tarde deste sábado, dando início à missão robótica chinesa em nosso satélite. Esse será o primeiro pouso na Lua desde a sonda russa Luna 24, em 1976. 


Jipe-Jipe-Robô chinês na Lua

O pouso do módulo lunar Chang'e 3 ocorrerá entre 13h22 e 13h35 BRT (Horário de Brasília) na região de Sinus Iridum, uma grande planície de lava basáltica de 236 km de diâmetro localizada no hemisfério norte da Lua, assentada sobre as coordenadas 44.1° N, 31.5° W.

Timeline:

A sequência de descida tem início uma hora antes do pouso, quando a ignição dos propulsores deslocará a nave chinesa de uma órbita polar de 15 km x 100 km para um periastro de menos 2 mil metros de altitude.
Próximo ao alvo, retrofoguetes de empuxo variável aplicarão entre 1500 e 7500 newtons durante 750 segundos, até que a nave atinja a altitude de 100 metros acima da superfície. Neste momento o sistema de navegação calculará o melhor ponto para a alunissagem e quando o artefato estiver a 4 metros de altitude os motores serão automaticamente cortados, permitindo que a Chang'e 3 caia suavemente no regolito lunar.
 Quatro horas após o pouso, as 17h38 BRT, começa a fase mais importante da missão, quando o jipe-robô de seis rodas, batizado de Yùtù, será baixado do topo do módulo lunar Chang'e até a superfície através de uma pequena plataforma móvel. Em seguida o robô abrirá seus painéis solares e entrará em contato com a Terra, em uma operação que deverá durar entre três e quatro horas.



A Nave:

A Chang'e 3 é um módulo de pouso lunar de 1200 quilos, alimentado por um reator nuclear do tipo RTG (radioisotope thermoelectric generator), com autonomia para 1 ano. No topo, o módulo leva o principal objeto da missão, um robô explorador de 100 quilos, alimentado por painéis solares e equipado com câmeras de alta resolução e um espectrômetro de raios-x, além de outros experimentos. A missão deverá durar três meses.

Pioneirismo:

Além da exploração sobre rodas, a missão fará diversos experimentos pioneiros, entre eles a primeira observação astronômica feita da superfície da Lua. Para isso o módulo de pouso carrega um pequeno telescópio que observará estrelas binárias, galáxias ativas, estrelas variáveis, etc.
Outro experimento pioneiro será a observação da ionosfera terrestre no comprimento de onda de 30.4 nanômetros, na região do ultravioleta. O objetivo será monitorar os efeitos do clima espacial, atividade solar, campo magnético terrestre e choque de partículas carregadas contra a ionosfera da Terra.

 O jipe também fará experimentos inéditos. Um deles será a observação do solo lunar a uma profundidade superior a 30 metros através de um radar de última geração.


Fonte: Apolo11.com


Para a Lua os chineses colocam em perfeita condição,mas o satélite brasileiro que eles enviaram que iria ficar a poucas centenas de kilometros do solo,deu problema no foguete e o Brasil ficou no prejuízo.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Nasa e suas fotos fajutas. Será?


http://static.minilua.com/wp-content/uploads/2012/02/color_panorama_sol6-a6r1_br.jpg


A foto acima apresenta um equipamento da sonda SPIRIT e nele há um objeto que se parece com um joystic. Pela imagem podemos ver que ele possui a cor azul, porém nas fotos obtidas em Marte com a sonda e que foram divulgadas pela NASA não apresentam essa mesma cor:

http://static.minilua.com/wp-content/uploads/2012/02/nasa01.jpg

O motivo pelo qual a NASA tem alterado as imagens é desconhecida mas deixa todos com muita curiosidade. Suponhamos que a foto seja alterada mudando o azul para vermelho, então se observar o céu, perceberá que ele é vermelho e se for aplicado uma correção de cor o azul vira vermelho, e assim poderia fazer a inversão para se ter a imagem supostamente verdadeira de Marte… Será? O fato é que a adulteração é a única explicação para a mudança da dor do quadrante do “joystic”.

http://static.minilua.com/wp-content/uploads/2012/02/nasa021.jpg

O ceú azul na primeira foto é motivo para mais uma desconfiança das imagens apresentadas pela NASA. Confira na foto a seguir, supostamente foi tirada em alguns minutos depois da mostrada anteriormente, que o céu está vermelho e que não apresenta uma “montanha” ao fundo (à direita).

http://static.minilua.com/wp-content/uploads/2012/02/nasa03.jpg

Estamos diante de uma grande coincidência ou teria a NASA adulterado todas as imagens?

Um especialista em imagens e entusiasta de astronomia, Keith Laney, reproduziu em seu próprio laboratório algumas imagens obtidas a partir da mesma sonda e curiosamente todas elas apresentavam cores diferentes das divulgadas pela NASA. Confira:


http://static.minilua.com/wp-content/uploads/2012/02/nasa04.jpg

As hipóteses parecem apontar para uma tentativa de esconder maiores informações. O quer será que a NASA tanto tenta esconder?

Fonte: Minilua

Será mesmo que a NASA,o triunfo da tecnologia espacial,usaram coras falsas demais,as fotos mesmo não são verdadeiras,os planetas são sem brilho e fosco,e os equipamentos que estão em Marte como Curiosity e esta SPIRIT,vão com câmera para fotografia em preto e branco,depois eles atribuiem as cores,pesquise por você mesmo.
Nós saberemos a verdade apenas se algum país idependente de tecnologia espacial pouse e tire fotos verdadeiras e com câmera que tire fotografia a cores,podemos apenas esperar...