terça-feira, 24 de setembro de 2013

Colisão é dado como certa,entre as galáxias Andrômeda e nossa Via láctea

Ilustração da Nasa
Ilustração mostra como seria o céu dentro de 3,75 bilhões de anos; Andrômeda (à esq.) preenche a vista e começa a distorcer a posição da nossa Via Láctea
Astrônomos estão usando o telescópio espacial Hubble para determinar quando a Via Láctea irá colidir com Andrômeda, sua galáxia vizinha.
As duas galáxias estão se aproximando devido à gravidade que exercem uma sobre a outra. Cientistas acreditam que elas começarão a se fundir dentro de 4 bilhões de anos.

E dentro de outros 2 bilhões de anos elas deverão ser uma única entidade.
Quando isso ocorrer, a posição do nosso sol será abalada, mas tanto o astro como os planetas que orbitam em torno dele enfrentam pouco risco de serem destruídos.
Por outro lado, o céu noturno visto da Terra deverá ter uma aparência espetacular. Partindo do princípio, é claro, de que a espécie humana ainda estará presente dentro de bilhões de anos para poder olhar para cima.
''Hoje em dia, a galáxia de Andrômeda se apresenta para nós no céu como um pequeno objeto difuso que foi visto pela primeira vez por astrônomos há mil anos'', afirma Roeland van der Marel, o pesquisador sênior do Space Telescope Science Institute, de Baltimore, nos Estados Unidos.


Fusão de galáxias

Ilustração da Nasa

Em 4 bilhões de anos, Andrômeda se esticará de forma impecável e a Via Láctea se deformará
As duas galáxias estão separadas por uma distância de 2,5 milhões de anos-luz, mas estão convergindo a uma velocidade de aproximadamente 400 mil quilômetros por hora.
"Poucas coisas fascinam os seres humanos mais do que o nosso destino cósmico e qual será o nosso futuro. O fato de que podemos prever que esse pequeno objeto difuso um dia irá engolir e encobrir o nosso sol e o nosso sistema solar é uma descoberta verdadeiramente notável e fascinante'', diz van der Marel.
Isso é possível porque o observatório mediu em detalhes mais precisos do que nunca os movimentos de determinadas regiões de Andrômeda, que também é conhecia por seu nome científico M31.
''É necessário saber não apenas como Andrômeda está se movendo em nossa direção, mas também seus motivos laterais, porque isso vai determinar se Andrômeda irá passar a uma boa distância de nós ou se ela virá direto em nosso encontro'', explica van der Marel.
''Astrônomos tentam há séculos medir o movimento lateral. Mas isso sempre falhou porque as técnicas disponíveis não eram suficientes para realizar a medição. Pela primeira vez, fomos capazes de medir o movimento lateral - conhecido na astronomia como movimento apropriado - da Galáxia de Andrômeda, usando as capacidades de observação únicas oferecidas pelo telescópio espacial Hubble.''
Simulações de computador baseadas nas informações do Hubble indicam que as duas grandes massas de estrelas irão eventualmente se moldar em uma única galáxia elíptica similar a outras vistas costumeiramente no universo.


Mudança de localização

Ilustração da Nasa

Em 7 bilhões de anos, a fusão formará enorme estrutura elíptica com um centro brilhante
Mas apesar da provável fusão das duas galáxias, estrelas individualmente não irão colidir porque o espaço entre elas permanecerá sendo grande.
O abalo gravitacional deverá, no entanto, mudar a localização do sistema solar, acreditam os pesquisadores.
É provável que a fusão provoque uma vigorosa fase de formação de novas estrelas e que nuvens de gás serão abaladas e passem a colidir umas com as outras.
Pelo que os cientistas observaram até aqui, é bem possível que a pequena companheira de Andrômeda, a galáxia de Triangulum, ou M33, também entre na "briga".

Fonte:  http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/06/120601_nasa_vialactea_colisao_bg.shtml


No vídeo abaixo da NASA,está explicando apenas com imagem sem som,como será a colisão entre as galáxias Via láctea e Andrômeda e a galáxia Anã do Triângulo: Vocês vão adorar e mais algumas imagens e textos depois do vídeo




illustration depicting the collision paths of Triangulum, Andromeda and Milky Way
Esta ilustração mostra os caminhos de colisão da nossa galáxia, a Via Láctea e a galáxia de Andrômeda. As galáxias estão se movendo em direção ao outro sob a força inexorável da gravidade entre eles. Também é mostrado uma Galaxia menor, Triângulo, que pode ser parte da colisão. (Crédito: NASA, ESA, A. Feild e R. van der Marel, STScI)

illustration sequence depicting the collision of the Milky Way (right) and Andromeda galaxies

 Esta série de ilustrações de fotos mostra a fusão prevista entre a nossa galáxia, a Via Láctea e a vizinha galáxia de Andrômeda.
 

 Primeira fila, da esquerda: Presente dia.
     

Primeira Linha, Direita: Em 2 bilhões de anos o disco da galáxia de Andrômeda se aproxima é visivelmente maior.
     

Segunda fila, da esquerda: Em 3.7 bilhões de anos Andromeda preenche o campo de visão.
    

 Segunda fila, Direita: Em 3.8 bilhões de anos o céu está em chamas com uma nova formação de estrelas.
    

 Terceira Linha, Esquerda: Em 3.9 bilhões de anos, a formação de estrelas continua.
    

 Terceira Linha, Direita: Em 4000000000 anos( 4 bilhões de anos ) Andromeda é esticado e a Via Láctea torna-se deformado.
    

 Quarta fila, à esquerda: Em 5.1 bilhões de anos os núcleos da Via Láctea e Andrômeda aparecem como um par de lóbulos brilhantes.
    

 Quarta linha, Direita: Em 7 bilhões de anos as galáxias unidas formam uma enorme galáxia elíptica, o seu núcleo brilhante que domina o céu noturno.

(Crédito: NASA, ESA, Z. Levay e R. van der Marel, STScI; T. Hallas, e A. Mellinger)


O vídeo as imagens estão disponíveis aqui: http://www.nasa.gov/mission_pages/hubble/science/milky-way-collide.html


Que pena que daqui 4 bilhões de anos a humanidade talvez nem esteja aqui,e nem em outro lugar. 

Rafael Lobato

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A colisão que irá durar 50 milhões de anos

http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13936784/550
Registro do observatório espacial Chandra
O observatório de raios-X conhecido como Chandra, da NASA, registrou algo estranho e poderoso em uma galáxia muito, muito distante: um evento quase como uma explosão sônica que desencadeou uma enorme liberação de gás superaquecido. A NASA acredita que o estrondo foi causado por algo que nunca havíamos visto antes: a colisão de uma galáxia anã com uma galáxia muito maior, na forma de espiral. (Nota: sabemos que não há som no espaço, então essa colisão não chegou a produzir um estrondo; é um termo apenas para efeitos dramáticos).
O telescópios Chandra captou o calor antes de mais nada – ou seja, a nuvem de gás superaquecido, de cerca de seis milhões de graus centígrados. Por isso, o título de “superaquecido” é, no mínimo, um eufemismo. Em seguida, os cientistas começaram a juntar as peças do quebra-cabeça. O gás possuía o formato de um cometa, indicando o movimento da galáxia anã, desde que ela colidiu com a galáxia maior em espiral.
A galáxia espiral se localiza a cerca de 60 milhões de anos-luz da Terra e é denominada NGC 1232, nas nomenclaturas técnicas dos cientistas. Na cabeça desse “cometa” estão diversos pontos muito brilhantes de emissão forte de raio-X. A NASA pensa que se trata da criação de estrelas superpoderosas, desencadeadas pela colisão.
Estima-se que a colisão em si continue durante mais cerca de 50 milhões de anos, com o gás quente podendo continuar a emitir raios-X durante, possivelmente, mais centenas de milhões de anos. Esse fenômeno é de grande interesse para a agência espacial, uma vez que poderia ajudar os cientistas a entender como o universo cresce devido à colisão entre enormes galáxias como estas duas.

Fonte: [Pop Sci]

A nossa galáxia Via láctea está em rota de colisão confirmado pelos cientistas com uma galáxia muito próxima em termos espaciais: A galáxia de andrômeda veja no post seguinte

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Discos das Voyagers 1 e 2, o que estão levando para o infinto?

http://estranhosemnome.files.wordpress.com/2013/06/voyager-golden-record.jpg?w=620&h=312

No último dia 5 de setembro de 2013, a missão Voyager, da Nasa, fez aniversário de 36 anos. Ambas as sondas lançadas em 1977 (Voyager 1 e 2) já estão a caminho de deixar completamente o sistema solar. Cada sonda carrega consigo o “Golden Record”, um disco (e sua respectiva agulha), feito de cobre e revestido a ouro, que apresentará imagens e sons da Terra a… Bem, essa é a grande questão. A quem?

Lá em 1977, os cientistas americanos lançaram as duas sondas com o objetivo de explorar Júpiter e Saturno. Depois, a Nasa se empolgou e ampliou a jornada até Urano, Netuno e Plutão. Terminado este objetivo, já em 1990, eles decidiram que queriam mais: em 2004, a Voyager 1 iniciou sua saída da heliosfera, a “fronteira final” do sistema solar. Três anos depois, foi a vez da sonda gêmea Voyager 2. Neste momento, elas estão a cerca de 18 bilhões de quilômetros da Terra.


Digamos que na “proa” de cada uma das sondas, foi colocado um disco feito de cobre. Funciona de forma muito parecida com um dos antigos vinis (toca com uma agulha, como se fosse em uma vitrola), mas tem o revestimento de uma placa de ouro (daí o nome Golden Record). Na placa, foi grafada uma explicação feita em desenhos que, espera-se, ajude os eventuais alienígenas que encontrarem o disco a conseguirem acessar seu conteúdo.
 
E que exatamente foi colocado neste disco? Um pouco de tudo. Os cientistas incluíram 116 imagens da Terra (algumas de paisagens e cenas cotidianas, outras de civilizações e monumentos), 20 sons da natureza, tais como o vento e a chuva, saudações da Terra em mais de 50 idiomas e até trechos da música de Beethoven e Mozart!


É claro que isso pode não chegar nas mãos de alguma civilização em um futuro tão próximo. Por isso, os pesquisadores galvanizaram na placa de ouro uma amostra do isótopo urânio-238, que tem uma meia-vida de 4,5 bilhões de anos. Através dela, os extraterrestres poderão calcular a idade do disco.
 
Falta saber, portanto, quem seria candidato a encontrar todo esse material e descobrir que existe vida fora do planeta deles. Infelizmente, as chances são pequenas. O próprio Carl Sagan (cientista falecido em 1996, que coordenou a fabricação do disco) já afirmava à época do lançamento que eram pequenas as chances de que alguma nave espacial recolhesse a nossa “mensagem na garrafa” lançada no espaço.
 
Talvez as chances aumentem agora que as sondas estão prestes a sair do sistema solar. Alguns cientistas continuam extremamente céticos a esse respeito. 

http://astrobob.areavoices.com/files/2013/09/Voyager-interstellar-3-1024x708.jpg

Click no Link para ver o que está dentro dos discos da Voyager: http://goldenrecord.org/

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Sonda espacial Voyager 1 sai do sistema solar

http://awesomeuniverse.org/wp-content/uploads/2013/04/VoyagerReverse1.jpg

A sonda espacial Voyager 1 finalmente parece deixado o nosso sistema solar e entrado no espaço interestelar, diz a equipe de pesquisadores da Universidade de Maryland, Estados Unidos. Este é um momento importantíssimo na história da conquista do espaço.
Levando saudações terrestres em um disco de ouro, a Voyager 1, da Nasa, está neste momento no local mais distante da Terra do que qualquer outro objeto feito pelo homem jamais alcançou. E agora, de acordo com os pesquisadores, a sonda iniciou a primeira exploração da nossa galáxia além da influência do sol.

Quer saber a qual distância estão as Voyager 1 e 2 no espaço,clique no link: http://voyager.jpl.nasa.gov/
 E curta no Facebook a FanPage do blog,obrigado

“É uma visão um tanto controversa, mas acreditamos que a Voyager finalmente deixou o sistema solar e realmente deu início a suas viagens através da Via Láctea”, disse o cientista Marc Swisdak, principal autor de um novo estudo publicado esta semana na revista “The Astrophysical Journal Letters”.
Swisdak e seus companheiros, os físicos James Drake, também da Universidade de Maryland, Estados Unidos, e Merav Opher, da Universidade de Boston, EUA, construíram um modelo da borda externa do sistema solar que se encaixa nas observações recentes da Nasa, tanto as esperadas quanto as inesperadas.
O modelo indica que a Voyager 1 realmente entrou no espaço interestelar há pouco mais de um ano, uma opinião exatamente oposta a recentes trabalhos da Nasa e de outros cientistas, que sugerem que a sonda ainda permanece em uma zona de transição vagamente definida entre a esfera de influência do sol e o resto da galáxia.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/1/1e/Voyager_probe.jpg/775px-Voyager_probe.jpg

A questão é como identificar o cruzamento do limite entre essas zonas daqui da Terra, ou seja, a 18 bilhões de quilômetros de distância. A helioesfera é relativamente bem compreendida como a região do espaço dominada pelo campo magnético e pelas partículas emanadas pelo sol. A zona de transição, por outro lado, possui tanto estrutura quanto localização desconhecidas.
De acordo com o conhecimento científico estabelecido, saberemos que já teremos ultrapassado esta fronteira misteriosa quando pararmos de observar as partículas solares e começarmos a ver as partículas galáticas. Além disso, também haveria a detecção de uma mudança na direção predominante do campo magnético local.

http://2.bp.blogspot.com/_SDwHmjYEM50/S_KNlzsCr4I/AAAAAAAAAGk/7gzRvWE5sv0/s400/FG06_15.jpg
Os vários equipamentos da Voyager 1 e 2
Os cientistas da Nasa divulgaram recentemente que, aproximadamente na metade do ano passado, depois de oito anos de viagem através da camada mais externa da heliosfera, a Voyager 1 registrou “vários cruzamentos de uma fronteira diferente de tudo que já foi observado anteriormente”.
Os sucessivos mergulhos e as posteriores recuperações em partículas solares chamaram a atenção dos pesquisadores. Os mergulhos nas partículas solares coincidiram com os aumentos abruptos em elétrons e prótons galáticos. Dentro de um mês, as partículas solares desapareceram, e apenas as partículas galáticas permaneceram. No entanto, a sonda Voyager não observou nenhuma mudança na direção do campo magnético.

No vídeo abaixo tem um vídeo artístico sobre a Voyager 1,e no vídeo da o sentimento de eternidade,imagine bilhões de anos vagando no espaço a procure de seres capazes de nos compreender,ligue a caixa de som e escute a música é muito bom:


Para explicar esta observação inesperada, muitos cientistas acreditam que a Voyager 1 tenha entrado em uma “região de esgotamento da heliosheath [região da heliosfera entre a heliopausa e o choque de terminação]“, mas creem que a sonda ainda esteja dentro dos limites da heliosfera. Swisdak e seus colegas, que não fazem parte das equipes científicas de missão da Voyager 1, dizem que não há outra explicação.
Embora muitas vezes descrita como uma bolha que encerra a heliosfera e seu conteúdo, a heliopausa não é uma superfície perfeitamente rígida separarando o que está “fora” do sistema solar e o que há “dentro”. Na verdade, Swisdak, Drake e Opher afirmam que a heliopausa é tanto porosa para certas partículas quanto organizada em camadas, com uma complexa estrutura magnética.
Este modelo explica os fenômenos observados desde o ano passado e dá suporte para que Swisdak e seus colegas afirmarem que a Voyager 1 realmente cruzou a heliopausa e se encontra agora fora do nosso sistema solar. Segundo os pesquisadores, a sonda ultrapassou esta fronteira no dia 27 de julho de 2012. Um dia histórico.

Fonte: [Science Daily]

sábado, 7 de setembro de 2013

O Gás nobre Hélio está acabando na Terra

http://www.quimica.seed.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/1/normal_522helio.jpg

Segundo o vencedor do premio Nobel,Robert Richardson,o Hélio, aquele gás que faz os balões da festa do seu priminho flutuarem, pode estar entrando em extinção – pelo menos aqui na Terra. E você não deve se preocupar apenas com o fim de suas brincadeiras de inalação do gás para falar com uma voz engraçada – o Hélio é um componente essencial das tecnologias que usamos hoje.
Por ter o mais baixo ponto de fervura conhecido, o hélio é usado para resfriar superfícies, e isso é importante na fabricação de fibras óticas e telas LCD. Segundo Robert Richardson, especialista ganhador de um Nobel, é possível que nosso estoque de Hélio acabe em apenas 25 anos.
E, de acordo com ele, o maior culpado disso é o maior fornecedor mundial de Hélio, os Estados Unidos. O país estaria exportando o produto a preços muito baixos. Richardson estima que, para preservar o estoque terrestre de Hélio, o preço de um balão deveria chegar a 100 dólares e não a 1 dólar ou 2 reais. Se continuarmos consumindo o gás na taxa atual, metade da reserva mundial terá sido vendida pelos Estados Unidos em 2015.

Fonte: Gizmodo

Planeta gasoso que escapou do nosso sistema solar

http://www.eso.org/public/archives/images/screen/eso1310a.jpg

Um ou até mesmo dois planetas gigantes podem ter habitado nosso sistema solar em suas origens, na companhia de Júpiter, Saturno, Netuno e Urano.
Modelos de computador que mostram como nosso sistema solar se formou sugerem que os planetas, presos uns aos outros gravitacionalmente no espaço, só estabeleceram suas órbitas atuais ao longo de bilhões de anos.

Durante mais de 6 mil simulações da fase de dispersão planetária, o cientista planetário David Nesvorny descobriu que um sistema solar que começasse com quatro planetas gigantes, como se acredita atualmente (Júpiter, Saturno, Netuno e Urano) só teria uma chance de 2,5% de ter uma órbita como a que vemos hoje.Entretanto, um modelo que indica que nosso sistema solar começou com cinco gigantes é cerca de 10 vezes mais propenso a ser correto. O planeta que foi expulso do sistema solar teria massa parecida com Urano e Netuno. Ele teria sido possivelmente um “gigante de gelo” rico em matéria gelada.
 
O modelo de computador permitiu que Nesvorny criasse um vídeo que mostra o planeta extra do nosso sistema solar em sua formação.Pesquisadores acreditam que quando o sistema solar tinha cerca de 600 milhões de anos, ele passou por um grande período de instabilidade que dispersou desde os planetas gigantes até os menores. Encontros gravitacionais com Júpiter teriam expulsado o misterioso planeta gigante que existiu por aqui aproximadamente quatro bilhões de anos atrás.Um grande número de mundos flutuando livremente tem sido descoberto recentemente no espaço interestelar. Com isso, é possível considerar que a ejeção de planetas de sistemas solares sejam comuns.
Fonte e o vídeo bem difícil de entender para leigos: Space.com