terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Plutão: Lua de Plutão pode ganhar nome de Vulcano, planeta do Sr. Spock

Planeta-Anão Plutão

 O ator William Shatner, o capitão James T. Kirk da série "Jornada nas Estrelas", e milhares de fãs estão fazendo uma campanha para que uma das novas luas de Plutão ganhe o nome de Vulcano, planeta onde nasceu o personagem alienígena Sr. Spock, interpretado por Leonard Nimoy.
Leonard Nimoy, o Sr. Spock dos anos clássicos de "Jornada nas Estrelas"
Leonard Nimoy, o Sr. Spock dos anos clássicos de "Jornada nas Estrelas"

Shatner, estrela do programa lançado em 1966 e que deu origem a uma série de filmes, propôs o nome a cientistas no início do mês. Mais de 100 mil dos 330 mil votos são por Vulcano na eleição organizada pelo Instituto Seti, na Califórnia, responsável pela descoberta dos satélites.
Além do nome do planeta do Sr. Spock, outros 20 nomes estão concorrendo.
"Estamos nos aproximando de 120 mil votos por Vulcano no plutorocks.com ! Você já votou hoje?", postou Shatner em seu perfil no microblog Twitter.
Até agora, as duas luas, cada uma com diâmetro de 20 km a 30 km, são conhecidas como P4, descoberta em 2011, e P5, em 2012.




Imagem do telescópio Hubble mostra as cinco luas que orbitam Plutão; a mais nova, P5, está em destaque
Imagem do telescópio Hubble mostra as cinco luas que orbitam Plutão; a mais nova, P5, está em destaque

Antes desses achados, os astrônomos identificaram e batizaram três satélites --Charon, Nix e Hydra.
A votação para escolher os nomes das novas luas acaba no dia 25 de fevereiro. Os vencedores serão avaliados para a União Astronômica Internacional. "Vamos esperar que a IAU ache que Vulcano é um bom nome", escreveu Shatner em outro post na rede social. 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Meteoro cai na região do Rio de Janeiro

Confira aqui a notícia sobre a queda de um meteoro na Argentina: Clique Aqui

Após relatos de moradores de várias cidades do interior do Rio, o Clube da Astronomia de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, comentou a passagem de um meteoro pelo céu da cidade na manhã desta quarta-feira (20). Segundo o professor e astrônomo Marcelo de Oliveira, do Clube da Astronomia de Campos, as chances de fragmentos do meteoro terem caído em Campos seriam grandes. O fenômeno também foi visto no estado do Espírito Santo.

“Nós temos registros de 11h e 11h40, mas como o sol estava muito forte as imagens não são boas. Ainda estou checando para saber o que temos, mas o certo é que é, sim, um rastro de meteoro no céu da nossa cidade. Ele ficou visível por alguns segundos”, disse o professor.

Ainda segundo Marcelo de Oliveira, um grupo de pesquisadores internacionais, do qual ele é integrante, já havia feito um alerta sobre a possibilidade de rastros no céu após a queda de um meteorito na Rússia. Segundo ele, o mesmo grupo registrou imagens de objetos nos céus de outros países. Agora, o objetivo é identificar e localizar o meteoro.

“Nós ainda não sabemos se foi o mesmo meteoro que passou no Espírito Santo e na Região dos Lagos. Pode ser um grande meteoro ou mais de um com pequenas dimensões.Vamos começar a investigar e ouvir relatos de pessoas para identificar o local exato. Isso é algo muito raro de acontecer, sabemos que alguma coisa de incomum está acontecendo mas ainda não sabemos o que é˜, disse o astrônomo.

Por causa do alarde do fenômeno visto hoje, o Clube de Astronomia divulgou as imagens da passagem de um outro meteoro, registrado pelos equipamentos do clube, no último dia 15 de fevereiro. As imagens do meteoro desta quarta-feira (20) ainda estão sob análise.

INPE explica que fenômeno é comum:

O especialista José Williams dos Santos Vilas Boas, pesquisador da Divisão de Astrofísica do INPE explicou, por email, o porquê da ocorrência desses fenômenos. Segundo ele, todos os dias milhares de meteoros podem ser vistos caindo no planeta, mas a maioria não pode ser vista a olho nu devido ao pouco brilho que produzem.

Ao longo do ano, a Terra passa por várias regiões no Sistema Solar, que podem concentrar grandes quantidades de partículas, conhecidas como 'meteoroides'. Durantes essas passagens, podem ocorrer chuvas de meteoros, vistas em alguns lugares do planeta. De acordo com Vilas Boas, no momento a Terra está cruzando duas regiões que podem gerar mais meteoros do que o normal e mais brilhantes.

 

Ele explica que essas regiões se chamam alfa-Centauride e gama-Normides. A primeira fica ativa entre 28 janeiro a 21 de fevereiro, gerando meteoros bastante brilhantes. A segunda região está ativa entre 25 fevereiro a 22 de março e produz meteoros de brilho fraco.
 
De acordo com o especialista, os rastros vistos nos últimos dias podem estar associados com a chuva de meteoros da região alfa-Centauride, que é vista preferencialmente do hemisfério Sul.

Ele lembra que os meteoros têm tempo de vida muito curto, podendo durar até alguns segundos nos casos de meteoros muito brilhantes ou envolvendo meteoroides de massas grandes, na escala de dezenas ou centenas de quilos.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Meteoro cai na Rússia e deixa mais de MIL feridos


 A mais nova notícia sobre a queda de um meteoro na Argentina: Clique Aqui

A queda é de um meteoro de aproximadamente 17 metros de diâmetro onde a NASA afirmou isso hoje(17/02/13) e o 2° maior desde no século XX.O impacto foi na manhã desta sexta-feira(15/02/13) na região dos Montes Urais, na Rússia, fez com que muitos se lembrassem do asteroide 2012 DA14, que passou hoje pela Terra a uma distância de 28 mil quilômetros, mas alguns especialistas dizem não haver correlação entre os dois fatos.

 

 Donald Yeomans, gerente do Programa de Monitoramento de Objetos Próximos à Terra, da agência espacial norte-americana (Nasa), acredita que o que aconteceu foi provavelmente um "evento de explosão de bola de fogo". "Se os danos em solo puderem ser verificados, podem indicar que um objeto cujo tamanho original tinha a extensão de vários metros antes de entrar na atmosfera terrestre, fragmentando-se e explodindo em razão da diferença de pressão nas partes da frente e de trás", afirmou ele por e-mail à Associated Press.

 http://misteriosdomundo.com/wp-content/uploads/2013/02/Meteoro-explode-na-R%C3%BAssia.jpg

 "Ainda é muito cedo para fazer estimativas sobre a energia desprendida ou fazer uma avaliação sobre o tamanho original do objeto", acrescentou ele.

Meios de comunicação russos destacaram a coincidência de o evento ter acontecido no mesmo dia em que o asteroide vai se aproximar do nosso planeta, mas a Agência Espacial Europeia publicou, em sua conta no Twitter, não há relação entre os dois eventos.
O cientista Don Yeomans também afirmou que o evento não deve ter relação com o asteróide 2012 DA14 que estará passando a 27 mil km da Terra hoje. A principal evidência de que os eventos não estão relacionados é que o asteróide passará na direção norte-sul e o bólido não tinha a mesma orientação.

 

Fragmentos brilhantes do objeto pareciam “chover” após a explosão que as autoridades russas afirmaram ser um objeto de cerca de 10 toneladas. Pequenos pedaços do meteorito podem ter chegado ao chão e em um lago a cerca de 80km de Chelyabinsk.
A Academia de Ciências russa afirma que o evento pode ter relação com o asteróide 2012 DA14, contradizendo o especialista da Nasa.
Pequenos pedaços de objetos espaciais - geralmente partes e cometas e asteroides - que estão em rota de colisão com a Terra são chamados de meteoroides. Quando os meteoroides entra na atmosfera da Terra, são chamados de meteoros. A maioria deles queima na atmosfera, mas, caso sobrevivam ao calor provocado pela fricção com o ar e caírem na superfície terrestre, ganham o nome de meteoritos.

 
Os eventos desta sexta-feira resultaram numa série de reações de importantes figuras políticas russas. O primeiro-ministro Dmitry Medvedev afirmou, durante um fórum econômico realizado na cidade siberiana de Krasnoyarsk, que o meteoro pode ser um símbolo para o fórum, mostrando que "não apenas a economia está vulnerável, mas todo o planeta".

http://www.parana-online.com.br/media/uploads/2013/fevereiro/15-02-13/metoeoro.jpg

Já o líder nacionalista Vladimir Zhirinovsky, conhecido por suas declarações veementes, disse à agência de notícias RIA Novosti que "não é a queda de um meteoro, é o teste de uma nova arma dos norte-americanos".Como acreditar nisso também??

O vídeo abaixo é real com as imagens da NASA sobre o asteróide 2012 DA14,que passou 9 horas depois do meteorito que atingiu a Rússia:

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Voyager 1 e 2: A passagem para a estrada magnética

This still image and set of animations show NASA's Voyager 1 spacecraft exploring a new region in our solar system called the

  VOCÊ QUER SABER QUAL A ATUAL DISTÂNCIA DAS VOYAGER 1 E 2,ENTÃO CLIQUE AQUI: http://voyager.jpl.nasa.gov/

 Pasadena, Califórnia - Voyager 1 da NASA,nave espacial entrou em uma nova região no confins do nosso sistema solar que cientistas sentem é a área final da nave espacial tem de atravessar antes de atingir o espaço interestelar.Os cientistas referem-se a esta nova região como uma estrada magnética para partículas carregadas porque as linhas de nosso sol do campo magnético são conectados a linhas do campo magnético interestelar. Esta conexão permite menor consumo de energia de partículas carregadas que se originam a partir de dentro da nossa heliosfera - ou a bolha de partículas carregadas os golpes em torno de si - para reduzir e permitir que partículas de maior energia de fora para transmitir dentro.Antes de entrar nessa região, as partículas carregadas retornaram ao redor em todas as direções, como se presos em estradas locais dentro da heliosfera.
Artist's concept of NASA's Voyager 1 spacecraft in solar wind 
A equipe Voyager infere esta região porque é ainda dentro da nossa bolha solar porque a direção das linhas do campo magnético não é alterado. A direção dessas linhas de campo magnético está previsto para mudar quando a Voyager rompe com o espaço interestelar. Os novos resultados foram descritos na reunião da União Geofísica Americana em San Francisco, na segunda-feira.


"Embora a Voyager 1 ainda é dentro do ambiente do sol, agora podemos provar o que é do lado de fora, porque as partículas estão fechando e sai nesta estrada magnético", disse Edward Stone, cientista do projeto Voyager baseado no Instituto de Tecnologia da Califórnia, Pasadena. "Acreditamos que esta é a última etapa de nossa jornada para o espaço interestelar. Nosso melhor palpite é que é provável que apenas alguns meses a alguns anos de distância. A nova região não é o que esperávamos, mas temos vindo a esperar o inesperado da Voyager.. 

Desde dezembro de 2004, quando a Voyager 1 cruzou um ponto no espaço chamado de choque de terminação, a nave tem vindo a explorar camada exterior da heliosfera. Nesta região, o fluxo de partículas carregadas do Sol, conhecida como o vento solar, de repente abrandou de velocidades supersônicas e tornou-se turbulento. Ambiente Voyager 1 foi consistente para cerca de cinco anos e meio. A sonda então detectou que a velocidade fora do vento solar diminuiu para zero.A intensidade do campo magnético também começou a aumentar na altura.Dados da Voyager de dois instrumentos a bordo que as partículas carregadas medida mostrou a primeira nave espacial entrou nesta região rodovia magnética em 28 de julho de 2012. A região declinava e corria em direção a Voyager 1 várias vezes. A nave entrou na região de novo 25 de agosto e o meio ambiente tem se mantido estável desde então.


A Terra fotografada a 6,4 bilhões de km pela Voyager 1 em 1990
"Se estivéssemos a julgar pelos dados de partículas carregadas sozinho, eu teria pensado que estavam fora da heliosfera", disse Stamatios Krimigis, investigador principal do instrumento de partículas de baixa energia cobrada, com base na Johns Hopkins Laboratório de Física Aplicada, Laurel, Md . "Mas precisamos olhar para o que todos os instrumentos estão nos dizendo e só o tempo vai dizer se nossas interpretações sobre essa fronteira estão corretos."Dados de naves espaciais revelou o campo magnético se tornou cada vez mais forte e a Voyager 1 entrou na região rodovia, no entanto, a direção das linhas de campo magnético não se alterou.
"Estamos em uma região magnética diferente de qualquer que já esteve antes - cerca de 10 vezes mais intenso do que antes do choque de terminação - mas os dados do campo magnético não mostram nenhuma indicação de que estamos no espaço interestelar", disse Leonard Burlaga, um Voyager membro da equipe magnetômetro baseado na NASA Goddard Space Flight Center em Greenbelt, Md. "Os dados de campo magnético acabou por ser a chave para identificar quando cruzou o choque de terminação. E esperamos que estes dados dizem-nos quando nos chegar ao espaço interestelar . "Voyager 1 e 2 foram lançados 16 dias de intervalo em 1977. Pelo menos uma das espaçonaves visitou Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Voyager 1,é o mais distante objeto feito pelo homem, cerca de 11 bilhões de milhas (18000000000 bilhões km) de distância do sol. O sinal da Voyager 1 leva aproximadamente 17 horas para viajar para a Terra. Voyager 2, a nave espacial mais longo operado continuamente, é de cerca de 9 bilhões de milhas (15000000000 quilômetros) de distância do nosso sol. Embora a Voyager 2 passou por mudanças semelhantes às vistas pela Voyager 1, as mudanças são muito mais gradual. Os cientistas não acham que a Voyager 2 chegou a rodovia magnética.
A nave espacial Voyager foram construídas e continuar a ser operado pela Propulsão a Jato da Nasa Laboratory, em Pasadena, Califórnia Caltech gerencia JPL para a NASA. As missões Voyager são uma parte de Heliofísica da NASA Sistema Observatório, promovido pela Divisão de Heliofísica da Direção de Missões Científicas na sede da NASA em Washington.


Para mais informações sobre a sonda Voyager, visite: http://www.nasa.gov/voyager
 
 

Jia-Rui C. Cook 818-354-0850 
Jet Propulsion Laboratory, em Pasadena, na Califórnia
 jccook@jpl.nasa.gov 

Dwayne Brown 202-358-1726
 Sede da NASA, Washington 
dwayne.c.brown @ nasa.gov

 A Voyager 2, viajando a uma velocidade de 56.000 km/h. A Voyager 1 está na direção oposta do Sistema Solar, viajando a uma velocidade de 61.100 km/h.

Rafael Lobato

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

MARTE: Um cometa chamado C/2013 A1 é muito provável que chocará com o planeta

 

 Para ler a atualização da notícia clique aqui: Aumentam as chances de colisão com o planeta Marte.

Poucos dias depois de descoberto, o cometa C/2013 A1 já começa a chamar a atenção. Apesar de poucos dados disponíveis, cálculos astronômicos mostram que o cometa chegará tão perto de Marte em 2014 que alguns softwares apontam para um possível impacto contra o planeta.

Descoberto em 3 de janeiro de 2013 pelo astrônomo amador Robert McNaught, o cometa recebeu a denominação oficial de C/2013 A1 Siding Spring por ter sido descoberto no Siding Spring Observatory, na Austrália. Antes de McNaught, o objeto já tinha sido detectado em 8 de dezembro de 2012 pelo observatório Catalina Sky Survey, da Universidade do Arizona, mas sem que fosse possível determinar sua orbita.




Quando foi descoberto, C/2013 A1 se encontrava a 7.2 AU do Sol ou cerca de 1.1 bilhão de quilômetros de distância da estrela.
Após ter sua órbita calculada, logo se verificou que o caminho do cometa cruzava a orbita de Marte a uma distância muito próxima do planeta, estimada entre 700 mil e 1.9 milhões de km da superfície. Essa grande aproximação provocou grande euforia nos astrônomos amadores e profissionais, mas um pequeno detalhe chamou a atenção do público em geral.O provável choque com o planeta vermelho.


Cometa C/2013 A1

 



  Leia sobre mais impactos que poderá sofrer o Planeta Marte: UM IMPACTO COM A PRÓPRIA LUA DE MARTE


Impacto:

Pela simulação feita pelo aplicativo de Dinâmicas do Sistema Solar, SSD, o gráfico que apresenta as órbitas dos planetas e cometas não mostra uma simples aproximação entre os dois objetos e sim um choque direto entre o cometa C/2013 A1 Siding Spring e o Planeta Vermelho, prevista para 19 de outubro de 2014. E para piorar a situação, o campo de dados que informa a distância nominal de aproximação mostra 879 mil km, enquanto a aproximação mínima prevista é de 0 (zero) km. A simulação da NASA:


Até o momento, 7 de fevereiro de 2013, apenas 55 observações foram feitas para determinar o arco da orbita cometária e novas observações deverão refinar melhor o shape orbital, permitindo que novas simulações sejam feitas. No entanto, como o aplicativo da NASA é uma referência tanto para os astrônomos amadores como para o público em geral, até que os dados sejam refinados e a modelagem corrigida a possibilidade de impacto não pode ser descartada. 

 
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O Apolo11 fez a simulação de aproximação com oito programas diferentes de astronomia e o resultado foi bem diferente daquele fornecido pelo JPL, da NASA. Em nenhum deles o cometa impacta contra Marte, mas a aproximação é realmente grande. Pelo software Stellarium, a distância mínima entre o Planeta Vermelho chega a menos de 750 mil quilômetros de distância. Vistos da Terra, a separação angular entre eles é menor que a metade do tamanho aparente da Lua Cheia.
O problema na apresentação dos dados da NASA parece estar relacionado ao tamanho do aplicativo e também pelo método de cálculo, que não tem resolução e precisão suficientes para mostrar uma separação tão pequena entre dois objetos.
Até o momento, 7 de fevereiro de 2013, apenas 55 observações foram feitas para determinar o arco da orbita cometária e novas observações deverão refinar melhor o shape orbital, permitindo que novas simulações sejam feitas. No entanto, como o aplicativo da NASA é uma referência tanto para os astrônomos amadores como para o público em geral, até que os dados sejam refinados e a modelagem corrigida a possibilidade de impacto não pode ser descartada.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Vídeo: Estação Espacial Internacional (Sigla em inglês ISS)


 No dia 19 de março de 2009, no fim da missão STS-119, a tripulação do ônibus espacial Discovery circulou lentamente a Estação Espacial Internacional.
Durante a manobra, uma câmera ficou apontada o tempo todo para a Estação, gerando este vídeo fantástico, que foi acelerado para visualização.
Dá para ver a Estação Espacial em grande detalhe e, com a Terra no fundo, ficou um vídeo bastante surreal.