domingo, 29 de dezembro de 2013

A cauda do nosso sistema solar
















Os cientistas sabiam que havia algo lá, mas não tinham visto esse “algo” até agora: trata-se da cauda do sistema solar, avistada pelo satélite Interstellar Boundary Explorer (IBEX), da NASA.
Sim, nosso sistema solar definitivamente tem uma cauda, e ela parece tomar a forma de um trevo de quatro folhas em 3D. É formada pela combinação de partículas rápidas e lentas que se arrastam atrás de nós com o vento solar da heliosfera – a bolha de partículas que envolve o sistema solar.






Anteriormente, cientistas já haviam conseguido detectar caudas em torno de outras estrelas, como estas:











As partículas que compõem essa cauda recém-encontrada não brilham, o que dificultou muito a captação de imagens. O IBEX conseguiu a façanha ao utilizar imagens de átomos neutros energéticos – medindo as partículas neutras que resultam de colisões de átomos e partículas ao longo dos limites da heliosfera.
“Muitos modelos nos diziam que essa cauda poderia ser de uma forma ou de outra, mas não tínhamos obtido nenhuma observação para termos certeza. Nós sempre projetávamos imagens nas quais a cauda da heliosfera caía para fora da página, uma vez que não conseguíamos nem especular como ela realmente parecia”, conta o pesquisador David McComas.
Ainda resta um mistério para o pessoal da Nasa desvendar: os cientistas ainda não têm certeza até que ponto a cauda se estende.
Fonte:[Phys e PopSci]

A cada dia nós seres humanos estamos encontrando o nosso lugar no universo e desvendando mistérios. Nós somos curiosos, está no nosso DNA, um dia se o ser humano parar de tentar descobrir coisas novas, perderíamos o sentido da nossa existência.
Rafael Lobato

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Os cálculos batem: nosso universo pode ser um holograma

Tudo o que você vê, ouve, toca ou cheira pode ser fruto das vibrações de cordas infinitamente finas que existem em um mundo de dez dimensões. Uma espécie de holograma – enquanto o mundo “real” seria um cosmo de uma dimensão e sem gravidade, ditado pelas leis da física quântica.
Foi o físico teórico Juan Maldacena, que propôs o modelo em 1997.
Complexo (especialmente para quem não é da área), esse modelo pode ajudar a resolver incoerências entre a física quântica e a teoria da relatividade de Einstein, facilitando o diálogo entre físicos e matemáticos.
Apesar de sua importância, ao longo de mais de quinze anos a proposta de Maldacena permaneceu sem comprovações consistentes. Pensando nisso, o físico Yoshifumi Hyakutake, da Universidade de Ibaraki (Japão), reuniu uma equipe para colocar o modelo a prova.
Por meio de simulações computacionais de alta precisão, os pesquisadores calcularam a energia interna de um buraco negro e a energia interna de um cosmo sem gravidade (que é parte fundamental do modelo de Maldacena). Os dois cálculos batem.
Isso traz evidências de que há coerência entre o modelo teórico e o nosso universo percebido, apesar das diferenças, e dá base para expandir teorias da física quântica. 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Astrônomos observam enorme explosão cósmica

supernova thumb Astrônomos observam enorme explosão cósmica

Uma supernova poderosa em uma galáxia distante produziu a maior explosão de raios gama já detectada.
Referido por cientistas como "o monstro", a enorme explosão foi pega por telescópios na primavera passada e é o mais poderoso já registrado.
Localizado em uma galáxia há 3,7 bilhões de anos-luz de distância, o evento foi saudado como um "evento cósmico do século" pelo astrofísica chefe da NASA Paul Hertz, que falou sobre a sua descoberta recentemente.
Explosões de raios gama são normalmente produzidos quando uma estrela massiva morre e cai em um buraco negro, um evento que gera uma enorme explosão conhecida como supernova.
Se algo assim surgisse em nosso sistema estelar próximo, dentro de nossa própria galáxia, então significaria a morte certa para o nosso planeta, no entanto, felizmente, as chances de isso acontecer são estimados em menos de 1 em 10 milhões.
"Estas são as explosões realmente puras", disse o físico de Stanford Peter Michelson. "Se você gosta de fogos de artifício, estes são os maiores que existem."

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Tecnologia Espacial: Tudo pronto para a China pousar na Lua

Se tudo correr como o planejado, o módulo lunar Chang'e 3 deverá pousar na superfície da Lua na tarde deste sábado, dando início à missão robótica chinesa em nosso satélite. Esse será o primeiro pouso na Lua desde a sonda russa Luna 24, em 1976. 


Jipe-Jipe-Robô chinês na Lua

O pouso do módulo lunar Chang'e 3 ocorrerá entre 13h22 e 13h35 BRT (Horário de Brasília) na região de Sinus Iridum, uma grande planície de lava basáltica de 236 km de diâmetro localizada no hemisfério norte da Lua, assentada sobre as coordenadas 44.1° N, 31.5° W.

Timeline:

A sequência de descida tem início uma hora antes do pouso, quando a ignição dos propulsores deslocará a nave chinesa de uma órbita polar de 15 km x 100 km para um periastro de menos 2 mil metros de altitude.
Próximo ao alvo, retrofoguetes de empuxo variável aplicarão entre 1500 e 7500 newtons durante 750 segundos, até que a nave atinja a altitude de 100 metros acima da superfície. Neste momento o sistema de navegação calculará o melhor ponto para a alunissagem e quando o artefato estiver a 4 metros de altitude os motores serão automaticamente cortados, permitindo que a Chang'e 3 caia suavemente no regolito lunar.
 Quatro horas após o pouso, as 17h38 BRT, começa a fase mais importante da missão, quando o jipe-robô de seis rodas, batizado de Yùtù, será baixado do topo do módulo lunar Chang'e até a superfície através de uma pequena plataforma móvel. Em seguida o robô abrirá seus painéis solares e entrará em contato com a Terra, em uma operação que deverá durar entre três e quatro horas.



A Nave:

A Chang'e 3 é um módulo de pouso lunar de 1200 quilos, alimentado por um reator nuclear do tipo RTG (radioisotope thermoelectric generator), com autonomia para 1 ano. No topo, o módulo leva o principal objeto da missão, um robô explorador de 100 quilos, alimentado por painéis solares e equipado com câmeras de alta resolução e um espectrômetro de raios-x, além de outros experimentos. A missão deverá durar três meses.

Pioneirismo:

Além da exploração sobre rodas, a missão fará diversos experimentos pioneiros, entre eles a primeira observação astronômica feita da superfície da Lua. Para isso o módulo de pouso carrega um pequeno telescópio que observará estrelas binárias, galáxias ativas, estrelas variáveis, etc.
Outro experimento pioneiro será a observação da ionosfera terrestre no comprimento de onda de 30.4 nanômetros, na região do ultravioleta. O objetivo será monitorar os efeitos do clima espacial, atividade solar, campo magnético terrestre e choque de partículas carregadas contra a ionosfera da Terra.

 O jipe também fará experimentos inéditos. Um deles será a observação do solo lunar a uma profundidade superior a 30 metros através de um radar de última geração.


Fonte: Apolo11.com


Para a Lua os chineses colocam em perfeita condição,mas o satélite brasileiro que eles enviaram que iria ficar a poucas centenas de kilometros do solo,deu problema no foguete e o Brasil ficou no prejuízo.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Nasa e suas fotos fajutas. Será?


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A foto acima apresenta um equipamento da sonda SPIRIT e nele há um objeto que se parece com um joystic. Pela imagem podemos ver que ele possui a cor azul, porém nas fotos obtidas em Marte com a sonda e que foram divulgadas pela NASA não apresentam essa mesma cor:

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O motivo pelo qual a NASA tem alterado as imagens é desconhecida mas deixa todos com muita curiosidade. Suponhamos que a foto seja alterada mudando o azul para vermelho, então se observar o céu, perceberá que ele é vermelho e se for aplicado uma correção de cor o azul vira vermelho, e assim poderia fazer a inversão para se ter a imagem supostamente verdadeira de Marte… Será? O fato é que a adulteração é a única explicação para a mudança da dor do quadrante do “joystic”.

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O ceú azul na primeira foto é motivo para mais uma desconfiança das imagens apresentadas pela NASA. Confira na foto a seguir, supostamente foi tirada em alguns minutos depois da mostrada anteriormente, que o céu está vermelho e que não apresenta uma “montanha” ao fundo (à direita).

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Estamos diante de uma grande coincidência ou teria a NASA adulterado todas as imagens?

Um especialista em imagens e entusiasta de astronomia, Keith Laney, reproduziu em seu próprio laboratório algumas imagens obtidas a partir da mesma sonda e curiosamente todas elas apresentavam cores diferentes das divulgadas pela NASA. Confira:


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As hipóteses parecem apontar para uma tentativa de esconder maiores informações. O quer será que a NASA tanto tenta esconder?

Fonte: Minilua

Será mesmo que a NASA,o triunfo da tecnologia espacial,usaram coras falsas demais,as fotos mesmo não são verdadeiras,os planetas são sem brilho e fosco,e os equipamentos que estão em Marte como Curiosity e esta SPIRIT,vão com câmera para fotografia em preto e branco,depois eles atribuiem as cores,pesquise por você mesmo.
Nós saberemos a verdade apenas se algum país idependente de tecnologia espacial pouse e tire fotos verdadeiras e com câmera que tire fotografia a cores,podemos apenas esperar...

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Por quanto tempo a Terra permanecerá habitável?

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De acordo com astrobiólogos da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, as condições de habitabilidade da Terra estão garantidas por mais cerca de 1,75 bilhão de anos. Mas isso não é tanto assim como você imagina.
As descobertas, que foram publicadas este mês na revista Astrobiology, revelam o “prazo de validade” para a vida no planeta Terra com base em diversas variáveis, incluindo a distância do nosso planeta até o Sol e a variação de temperatura em que é possível ainda haver água líquida por aqui.

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A equipe de pesquisa observou as estrelas em busca de inspiração. Usando planetas recentemente descobertos fora do nosso sistema solar (os chamados exoplanetas) como exemplos, os cientistas investigaram o potencial desses mundos para abrigar vida.
A pesquisa foi conduzida por Andrew Rushby. “Para fazer essas estimativas, nós usamos o conceito de ‘zona habitável’, que é calculado por meio da distância de um planeta da sua estrela em que as temperaturas ainda são propícias para haver água líquida na superfície”.
“Usamos modelos de evolução estelar para estimar o final da vida útil habitável do planeta, determinando quando ele deixará de estar nessa zona habitável. Nós estimamos que a Terra deixará de ser habitável daqui a um período entre 1,75 e 3,25 bilhões de anos. Após este momento, a Terra entrará na ‘zona quente’ do sol, onde as temperaturas serão tão elevadas que os mares se evaporariam. Nós veríamos um evento de extinção catastrófico e terminal para todas as formas de vida”, completa Rushby.

De acordo com o pesquisador, porém, as condições do ambiente para seres humanos e outras formas de vida complexas se tornarão impossíveis muito mais cedo, por conta das mudanças climáticas antropogênicas. “Os seres humanos estariam em apuros mesmo com um pequeno aumento na temperatura da Terra. Perto do final, apenas micróbios muito resistentes seriam capazes de suportar o calor”, disse.

A evolução da vida complexa

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“Se olharmos para trás, percebemos que já havia vida celular na Terra há muito tempo. Tivemos insetos há 400 milhões de anos, os dinossauros surgiram 300 milhões de anos atrás, enquanto as plantas e as flores são de 130 milhões de anos atrás. Os humanos anatomicamente modernos apareceram apenas nos últimos 200 mil anos”, lembra. “Daí você consegue ver que é preciso muito tempo para a vida inteligente se desenvolver”, comenta Rushby.
Ele afirma que a quantidade de tempo habitável de um planeta é muito importante porque nos conta sobre o potencial do local para a evolução da vida complexa – o que exige um longo período de condições de habitabilidade. “Isso nos permite investigar o potencial que outros planetas possuem para hospedar vida, além de compreender o estágio em que a vida pode já estar em outro lugar na galáxia”.
“É claro que uma grande parte da evolução é uma questão de sorte – e isso não é concreto –, mas sabemos que espécies complexas e inteligentes como os seres humanos não poderiam surgir depois de apenas alguns milhões de anos do surgimento de qualquer vida em um determinado planeta, porque levamos 75% de todo o tempo de vida habitável deste planeta para evoluirmos até este ponto. Acreditamos que, provavelmente, esta história está se repetindo em outro lugar neste momento”.
Quase mil planetas fora do nosso sistema solar já foram identificados pelos astrônomos. A equipe de pesquisa analisou alguns deles como exemplos e estudou a natureza evolutiva de sua habitabilidade ao longo do tempo, tanto astronômico quanto geológico.

“Curiosamente, não haviam muitas outras previsões baseadas nas zonas habitáveis disponíveis, razão pela qual decidimos trabalhar no desenvolvimento de um método específico para isso. Outros cientistas usaram modelos complexos para fazer estimativas apenas para a Terra, mas estes não são adequados para se analisar a situação de outros planetas”, relata.

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Os cientistas compararam a Terra a oito planetas que estão atualmente em sua fase habitável, incluindo Marte. Eles descobriram que os planetas que orbitam estrelas de menor massa tendem a ter zona habitável mais longas.
“Um dos planetas no qual aplicamos nosso modelo foi o Kepler 22b, que tem uma vida útil habitável de 4,3 a 6,1 bilhões de anos. Ainda mais surpreendente é o Gliese 58d, cuja vida útil habitável está entre 42,4 e 54,7 bilhões de anos. Ou seja, este planeta ainda estará quente e agradável para acolher vida durante um espaço de tempo mais de 10 vezes maior do que a idade do nosso sistema solar”, explica Rushby.
Até o momento, porém, nenhum verdadeiro planeta análogo à Terra foi detectado. “Mas é possível que haja um planeta habitável e parecido com a Terra dentro de um raio de 10 anos-luz de nós, o que é muito próximo em termos astronômicos. Entretanto, chegar lá levaria centenas de milhares de anos com a nossa tecnologia atual”.

“Se realmente precisássemos nos mudar para outro planeta, Marte provavelmente seria a nossa melhor aposta. O planete está muito perto daqui e permanecerá na zona habitável até o final da vida útil do sol – ou seja, até daqui a seis bilhões de anos”, conclui.

Fonte: [Science Daily]

sábado, 2 de novembro de 2013

Inversão dos pólos magnéticos da Terra,o que nos pode acontecer daqui em diante?

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O fim do mundo pode acontecer de diversas maneiras, depende de para quem você pergunta. Por exemplo, alguns acreditam que o cataclismo global vai acontecer quando os pólos magnéticos da Terra se inverterem. Quando o norte virar o sul, os continentes vão se mover, gerando terremotos massivos, mudanças climáticas e a extinção das espécies.
O histórico geológico mostra que os pólos já se reverteram centenas de vezes na história; isso acontece quando grupos de átomos de ferro no núcleo externo líquido da Terra se alinham de maneira oposta, como ímãs orientados para a direção oposta daqueles que estão ao redor.

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Quando os inversos chegam a ponto de dominar o núcleo, os pólos da Terra se invertem. A última vez que isso aconteceu já faz cerca de 780 mil anos, na Idade da Pedra, e realmente há evidência de que o planeta esteja nos estágios iniciais de mais uma reversão.
Mas nós deveríamos mesmo se preocupar com esse evento? Os continentes vão se partir ou estamos preocupados por nada?
“A mudança mais dramática que pode ocorrer, com a reversão dos pólos, é uma grande diminuição na intensidade do campo magnético”, afirma Jean-Pierre Valet, que conduz pesquisas em mudanças geomagnéticas no Instituto de Física Terrestre de Paris.
O campo magnético da Terra leva entre mil e 10 mil anos para se reverter, e durante esse processo, ele diminui muito até se realinhar. “Não é uma mudança súbita, mas um processo lento, durante o qual a força do campo fica fraca, ele pode mostrar mais de dois pólos durante um tempo, para então ficar forte e se alinhar na posição contrária”, comenta a cientista Monika Korte.
Os cientistas dizem que é o enfraquecimento a pior fase para os terrestres. De acordo com John Tarduno, professor de geofísica na Universidade de Rochester, um campo magnético forte ajuda a proteger a Terra da radiação solar. “Ejeções de massa coronal algumas vezes atingem a Terra”, afirma. “Algumas das partículas associadas às EMC podem ser bloqueadas pelo campo. Com um fraco, o escudo é menos eficiente”.

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Tempestade Solar
As partículas carregadas que bombardeariam a Terra, durante as tempestades solares, iriam cavar buracos na atmosfera, e isso poderia machucar os humanos. “Buracos na cama de ozônio poderiam se formar com a interação de reações químicas. Eles não seriam permanentes, mas poderiam existir durante um até dez anos – o que é significante em termos de câncer de pele”, afirma Tarduno.
Valet concorda que um campo magnético mais fraco poderia levar a formação de buracos na camada de ozônio. Ele escreveu um artigo no ano passado comentando a ligação entre o fim dos Neandertais, nossos primos ancestrais, e a diminuição na intensidade do campo magnético, que ocorreu no mesmo período. (Nesse momento, o enfraquecimento não chegou a provocar uma mudança de pólos).
Outros cientistas não estão convencidos de que exista uma conexão entre a reversão dos pólos e a extinção de espécies. “Mesmo que o campo fique muito fraco, na superfície da Terra nós estamos protegidos da radiação pela atmosfera. Assim como não conseguimos perceber a presença geomagnética agora, provavelmente não sentiríamos nenhuma mudança significativa com uma reversão”, afirma Korte.
Nossa tecnologia, entretanto, com certeza estaria em perigo. Mesmo hoje, tempestades solares podem danificar satélites, causar apagões e interrupção das comunicações de rádio. “Esse tipo de influência negativa com certeza iria aumentar se o nosso campo ficasse mais fraco, e seria importante encontrar estratégias de segurança”.
Outra preocupação adicional é que a diminuição e reversão do campo desorientariam todas as espécies que utilizam o geomagnetismo para se orientar, incluindo abelhas, salmões, tartarugas, baleias, bactérias e pombos. Não há consenso entre os cientistas sobre como essas criaturas se orientariam.


Mudanças continentais?


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A rotação do núcleo da Terra é oposta a rotação do planeta,dizem cientistas.
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Os cientistas afirmam que muitos dos desastres no imaginário popular são pura fantasia. Definitivamente não aconteceria nenhuma quebra ou mudança nos continentes.
A primeira prova é o histórico geológico. Quando a última mudança dos pólos aconteceu, “nenhuma mudança na ordem dos continentes ou desastre ocorreu, e os fósseis estão aí para provar isso”, comenta o geólogo Alan Thompson.
Os cientistas explicam que as mudanças no núcleo líquido da Terra acontecem em uma instância completamente diferente das convecções no manto terrestre (que geram os movimentos nas placas tectônicas e nos continentes). O núcleo líquido realmente encosta-se no fundo do manto, mas levaria dezenas de milhões de anos para as mudanças internas influenciarem o movimento das placas.


Mais cedo ou mais tarde

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O campo magnético está no momento se enfraquecendo, provavelmente devido a um crescimento na reversão do núcleo líquido embaixo do Brasil e do Atlântico Sul. De acordo com Tarduno, a força do campo magnético terrestre “vem diminuindo por pelo menos 160 anos a um nível muito rápido, o que leva alguns cientistas a especular que estamos caminhando para uma inversão”.
Isso talvez possa acontecer, ou não. A Terra é um sistema muito complexo para os cientistas adivinharem o que esperar. De qualquer modo, o processo vai levar alguns milhares de anos, o que nos dá tempo para nos ajustarmos às mudanças.





Fonte: [LiveScience]

Duração do dia pode mudar a cada seis anos

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Oscilações periódicas no núcleo da Terra alteram a duração de um dia a cada 5,9 anos, de acordo com um estudo publicado na revista Nature.
Trazendo à tona esse ciclo sutil, que subtrai e acrescenta milissegundos a cada dia, a pesquisa revelou mudanças abruptas na duração do dia e do campo magnético na Terra. Durante estas curtas mudanças na intensidade do campo magnético, chamadas de eventos geomagnéticos, a interferência pode ser de 0,1 milissegundos, segundos os pesquisadores. Desde 1969, os cientistas detectaram 10 eventos geomagnéticos.

Aparentemente insignificantes, estas variações são poderosas para aqueles que estudam o planeta e seu núcleo. De repente, um planeta muda seu giro como uma patinadora abre ou fecha os braços. O efeito de rotação ajuda os cientistas a entender o que está acontecendo dentro do núcleo da Terra. Mudanças no campo magnético também fornecem pistas para o núcleo de ferro inacessível. Sua fonte, no entanto, permanece um mistério.
Principal autor do estudo, Richard Holme suspeita que um tremor no núcleo interno sólido impulsione o ciclo de 5,9 anos, transferindo as movimentações angulares para o núcleo externo, mas ninguém sabe o que provoca os eventos geomagnéticos.
“Não tenho ideia”, disse Holme, geofísico da Universidade de Liverpool, no Reino Unido. “Algo está acontecendo na fronteira entre o manto e o núcleo, porque vemos eventos geomagnéticos e os efeitos de rotação ao mesmo tempo, mas não sabemos o que está acontecendo”, disse Holme.

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Campo magnético da Terra
Os pesquisadores ainda discutem ativamente sobre como o núcleo externo líquido produz o campo magnético protetor do nosso planeta, que enfraqueceu e virou polaridade muitas vezes na história geológica. Eles acreditam que ele gera ferro fluido girando no campo magnético da Terra, como um dínamo gigante. Ambas as mudanças anuais e milenares no campo têm sido atribuídas ao giro do núcleo externo.
Desde que os eventos geomagnéticos foram descobertos em 1969, pesquisadores têm procurado explicar e modelar como o dínamo da Terra produz essas rápidas mudanças no campo magnético. Encontrar uma conexão com as mudanças na duração do dia fornece uma nova maneira de pensar sobre o fenômeno, Holme disse.
Os resultados podem, por exemplo, ajudar a entender melhor a troca de momento angular do núcleo e manto, Holme explica. Cria um torque de fricção eletromagnética, semelhante a uma bateria de carro elétrico, mas a condutividade elétrica do manto inferior (ou a facilidade com que as cargas elétricas de fluxo vão para dentro) não podem ser demasiadamente elevada, ou provocariam um atraso no campo magnético de resposta ao deslocamento rotacional. “Nós temos algumas ideias, mas são só imaginações”, comenta Holme.
Outros pesquisadores, como Mathieu Dumberry, geofísico da Universidade de Alberta no Canadá, que não estava envolvido no estudo, não estão convencidos de que ele mostra uma ligação entre empurrões e mudanças no comprimento do dia. “Existe uma correlação notável entre um evento geomagnético em 2003 e um comprimento de mudança do dia, mas não são ligações tão fortes”.

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Os movimentos do Sol e da Lua são responsáveis pela rotação do planeta Terra
Outras forças também podem alterar a rotação do planeta. Desde que a Terra se formou, os movimentos do sol e da lua são responsáveis pela rotação do planeta. Em escalas de tempo mais curto, terremotos, derretimento de geleiras, correntes oceânicas e os ventos fortes podem alterar o quão rápido o planeta gira, encurtando ou alongando um dia por cerca de 1 milissegundo.
Holme e seus colegas removeram estes efeitos externos e planetários de cinco décadas de comprimento de dados do dia, expondo o período de 5,9 anos. Eles então compararam movimentos no ciclo, que correspondem a saltos repentinos no comprimento do dia, com eventos geomagnéticos detectados desde 1969.

Dumberry elogia o trabalho da dupla ao extrair o tempo de 5,9 anos. “Esta é a melhor pesquisa sobre a alteração no período do dia até agora”, disse.

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Prótons, Glúons, Elétrons, Neutrino e saiba muito mais

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Na Grécia Antiga, acreditava-se que todas as coisas do mundo eram formadas por elementos como fogo, terra, água e ar. Posteriormente, o átomo era tido como a base de tudo, compondo tudo o que existe – concepção que não está equivocada, porém, com o surgimento da física moderna, constatou-se que existem muitas partículas mais fundamentais do que um átomo.

Dentro de cada átomo, um novo mundo – o mundo quântico, habitado por partículas subatômicas, como os prótons e nêutrons, que por sua vez são formados por partículas ainda mais fundamentais.

Conheça nessa lista as 8 partículas fundamentais mais importantes do universo.

Neutrino:

Neutrinos praticamente não possuem massa, e viajam pelo espaço em uma velocidade próxima a da luz (300 mil km/s). A cada segundo, dezenas de bilhões dessas partículas subatômicas atravessam seu corpo, enquanto milhares dessas partículas são criadas dentro de você a todo instante.

E o efeito de toda essa atividade é nulo, isso porque o neutrino interage muito pouco com outras partículas, sendo considerado uma partícula fantasma.

O neutrino se forma no núcleo de um átomo, quando um nêutron se transforma em um próton, ou o contrário. Isso é muito comum em átomos de hidrogênio de estrelas como o Sol e em átomos de potássio que compõem seu corpo. Sempre quando essas transformações acontecem, elas liberam energia, originando um novo neutrino.
 
 

Elétron:

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Você viu que o neutrino é fantasmagórico, antissocial e nômade, mas o elétron não. Essa partícula habita a periferia de um átomo, denominada eletrosfera. Os elétrons também quase não possuem massa, mas são responsáveis por muitos fenômenos da natureza, como a imagem de sua televisão, o acendimento de uma lâmpada, o calor de um ferro de passar, entre outras infinitas coisas.
O elétron foi descoberto em 1897, e foi a primeira partícula subatômica a ser conhecida. Até hoje ele é fundamental, ou seja, não é composto por nenhuma outra partícula, diferentemente dos prótons e nêutrons, que são formados pelo próximo item da lista.

Quarks:

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Quarks são os formadores dos prótons e nêutrons, que por sua vez, formam um átomo. Cada próton e nêutron é composto por 3 quarks inseparáveis, que possuem uma carga elétrica denominada cor, que pode ser azul, vermelha ou verde. Junto com seu grupo, cada quark troca de cor, ou carga, a todo instante.

Glúon:

 
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Glúons são os responsáveis por manter os quarks unidos, atuando como se fosse uma “cola”, além de influenciar na troca de carga entre eles. Os glúons deixam os quarks livres quando eles estão próximos ao centro do grupo, mas os puxam de volta quando tentam deixar o grupo. Essas partículas são responsáveis pela existência da maior força do universo, a força nuclear forte, quase que infinitamente mais forte do que a gravidade.
A força nuclear forte mantem o núcleo do átomo coeso. Contudo, a força pode falhar, e o núcleo do átomo pode se desfazer. Quando isso acontece, é a vez de um fenômeno conhecido fissão nuclear entra em cena.

Bósons da força fraca:

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Como o próprio nome sugere, elas são responsáveis pela força nuclear fraca, e causam uma verdadeira bagunça no interior dos átomos. A gangue é composta pelos bósons W-, W+ e Z, todos 86 vezes mais pesados que um próton.
Eles podem expulsar partículas de dentro dos átomos, causando a radiação e a divisão do núcleo atômico citado no tópico anterior. Mesmo com tanta violência, essa força é menos forte do que a força nuclear forte.

Fótons:

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O fóton é conhecido por formar a luz visível, mas também faz parte do sinal da televisão, do celular, dos raios X e da força que prende o ímã na geladeira de sua cozinha. O fóton carrega a segunda força mais poderosa do universo, o electromagnetismo, que é bilhões de vezes mais forte do que a gravidade e somente 100 vezes mais fraca do que a força nuclear forte.
O toque que você sente é nada menos do que uma repulsão electromagnética entre algo e sua pele. Essa repulsão acontece por causa dos fótons que sua mão e esse algo trocam quando se aproximam.
Além disso, o electromagnetismo é a força responsável por manter os elétrons orbitando o núcleo atômico, comandando as ligações químicas dos átomos e moléculas.

Gráviton:

É a força que derrubou a maçã sobre a cabeça de Newton e mantém os planetas em órbita do Sol é totalmente incompreendida pela mecânica quântica, onde todas as forças são transportadas por uma partícula energética. A partícula responsável pela gravidade é o grátivon, só há um problema – ninguém nunca viu o viu, tampouco sabemos se ele existe mesmo. Por hora, é uma partícula hipotética, e um buraco no Modelo Padrão, que explica todas as partículas vistas até aqui.
Enquanto a gravidade continua não fazendo sentido para os físicos, o que não falta são teorias para explicá-la. Uma delas, são os universos paralelos.

 

Bóson de Higgs:


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A celebridade do ano passado é a partícula que fecha a lista. Ela é responsável por conferir massa a todas as outras partículas (exceto as fantasmas, com quem não interage). Se não fosse o bóson de Higgs, os quarks não teriam massa, e sem massa seria impossível um átomo surgir, e sem átomos não existiria nada que valesse a pena ser visto no universo. A descoberta do bóson de Higgs fez os cientistas compreenderem 4,6% do todo o universo, agora falta o restante.
 
 

 Todos são importantes, mais sem o Bóson de Higgs, não existiria nada de universo, por isso é chamado de a Partícula de Deus,e tudo isso está  dentro e fora das pessoas, de mim e de você, da sua casa e da sua rua, de seu país, e do planeta Terra, e no universo inteiro, somos uma poeira cósmica nessa imensidão, somos parte do universo, ele está na gente, e estamos nele.

Rafael Lobato

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A morte de uma partícula no átomo pode desencadear o fim do universo

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Até hoje, ninguém conseguiu observar um próton decaindo, o que pode ser um desapontamento profissional para os físicos, mas uma boa notícia para o universo.
Por que, se o decaimento de prótons for possível, quando isso acontecer, será o fim de tudo.

Mas como é que um próton pode decair? Um próton não é uma partícula elementar; ele é feito de quarks. Os quarks são, junto com os léptons, as partículas mais básicas que conhecemos.
Os quarks estão sujeitos à força nuclear forte, que mantém seu núcleo unido. Cada quark tem um número bariônico de 1/3. Os bárions mais famosos são os prótons e os nêutrons, que tem três quarks cada um, resultando em um número bariônico total igual a 1 (antiprótons tem um número bariônico negativo).

Quarks dentro do nêutron,onde também se encontram nos prótons

Como as cargas dos quarks dos prótons e dos nêutrons é um pouco diferente, as partículas têm carga diferente, e têm também massa diferente. O nêutron tem um pouco mais de massa, o que significa que ele pode estar envolvido em outra parte fundamental da matéria no universo.
Léptons são diferentes dos quarks, e aparecem na forma de elétrons, neutrinos, antineutrinos e antielétrons. Nenhum deles é afetado pela força forte: eles têm números leptônicos e suas antipartículas têm número leptônico negativo.

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Os números leptônico e bariônico parecem não ter nenhuma importância, até que você se dá conta que não se sabe de nenhuma reação no universo que mude o número bariônico total ou o número leptônico total de uma partícula.
Em outras palavras, há uma lei da conservação do número bariônico e número leptônico, semelhante à lei da conservação da massa e energia. Uma mudança súbita no número leptônico seria o equivalente a uma maçã desaparecendo no nada, ou um disparo de energia vindo de lugar nenhum.


Essa lei da conservação do número leptônico e bariônico fez com que um fenômeno deixasse os cientistas confusos: o decaimento do nêutron. Quando um nêutron decai, ele se torna um próton e emite um elétron. Como um próton é positivo e o elétron é negativo, a carga se conserva, mas o número leptônico muda completamente.
Mais tarde, os cientistas perceberam que este decaimento envolvia a emissão de um antineutrino, ou, mais especificamente, um neutrino antielétron, que é um neutrino associado às interações que envolvem elétrons. O elétron tem um número leptônico +1, e o neutrino antielétron, -1, então o número leptônico era conservado, e também a massa e a carga.

Este decaimento envolvia apenas a força fraca, o que significa que a força nuclear forte não estava interagindo com os léptons, e tudo estava bem e certo na física novamente.





















Os prótons, por sua vez, são bárions mais leves, e não podem emitir nada, a menos que seus quarks se dissolvam em partículas menores. Porém, isso iria diminuir bárions e acrescentar léptons do nada. A conclusão dos físicos era que tal coisa não poderia acontecer.
Então surgiu a Grande Teoria Unificada: uma teoria ainda incompleta que diz que todas as forças podem chegar a um certo nível de equivalência, que pode ser explicada com uma ideia unificante e quantificável.
O problema é que se a força forte e a fraca são equivalentes, então léptons e bárions são equivalentes também. Seria como a descoberta de Einstein que E=mc², que massa e energia são equivalentes, e uma pode ser derivada da outra.

É formado de 6 partículas chamadas, conjuntamente, de léptons. Elas são: o elétron (e), nosso velho conhecido da televisão de tubo; o muon (m), mais pesado que o elétron; e o tau (t), ainda mais pesado que o muon. Esses três léptons são partículas eletricamente negativas.

Repentinamente, uma maçã pode desaparecer, e disparos súbitos de energia podem aparecer do nada. Na Grande Teoria Unificada, bárions podem ser convertidos em léptons, e o número bariônico e o número leptônico não são mais conservados.
Isto também significa que os prótons podem decair em pósitrons e píons.

Daqui 1000000000000000000000000000000 de anos o Universo não existirá mais,mas na minha opinião,deve acabar muuuito antes
A partir dessa suposição, os cientistas calcularam a vida dos prótons até todos decaiam, de 10^25 (1,0 × 10 elevado a 25) a 10^33 (1,0 x 10 elevado a 33) anos.
Em 10^30 anos, as estrelas do universo já terão se afastado para longe das vistas uma da outra, e queimado até ficarem escuras. A energia é o que organiza os átomos – energia gravitacional que une as partículas e forma estrelas e planetas, energia solar que aquece os planetas e lhes dá uma chance.
Mas a energia que se verá nestes dias serão os disparos intensos de energia resultantes de porções de matéria sendo devoradas por buracos negros. Nessa época, essa pode ser a única forma de obter energia no nosso universo. Só que não vai funcionar, por que a própria matéria vai simplesmente se dissolver.
Uma vez que os bárions sejam reduzidos a léptons, não há jeito de fazer o caminho inverso, pelo menos não sem usar montanhas de energia. Como não teremos essa energia, o decaimento dos prótons significa que qualquer civilização que conseguir durar até lá vai literalmente se dissolver, já que até o hidrogênio vai se dissolver em partículas menores.

Fonte:  [io9]


É muito complexo este estudo,eu mesmo pesquiso depois que leio a publicação e publico depois aqui e aprendo um pouco sobre essa física tão complexa,na próxima postagens dentro em alguns dias,vou separar coisas interessantes sobre este ensinamento,onde para aprender sobre o universo temos que ver,o que ele é feito. 

Rafael Lobato